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	<title>Blog do Cresça e Apareça</title>
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	<description>Blog do 1º Guia Online de Marketing e Comunicação para pequenas e médias empresas</description>
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		<title>Os 4 pilares do marketing digital para pequenas empresas</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Jun 2011 20:29:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>

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		<description><![CDATA[Cada vez mais as pequenas e médias empresas estão investindo em presença digital, apropriando-se das novas tecnologias e utilizando-as das mais variadas formas com o intuito final de obter lucro. Contudo, ainda são poucas aquelas que, de fato, estão entrando no meio online  de maneira responsável, preocupando-se em compreender o processo que está por trás da invasão do digital para, então, aplicá-lo ao seu negócio.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cada vez mais as pequenas e médias empresas estão investindo em presença digital, apropriando-se das novas tecnologias e utilizando-as das mais variadas formas com o intuito final de obter lucro. Contudo, ainda são poucas aquelas que, de fato, estão entrando no meio online  de maneira responsável, preocupando-se em compreender o processo que está por trás da invasão do digital para, então, aplicá-lo ao seu negócio.<br />
Uma boa dica para as pequenas e médias empresas que pretendem investir em marketing digital é começar com a aplicação de quatro princípios considerados como os pilares fundamentais de ações em marketing digital: planejamento, conteúdo, relacionamento e monitoramento. Cada um deles merece, no mínimo, um post inteiro. Porém, este artigo fornece uma visão geral de cada um.</p>
<p><a href="http://blog.crescaeapareca.com/wp-content/uploads/2011/06/digital-marketing.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-578" title="digital marketing" src="http://blog.crescaeapareca.com/wp-content/uploads/2011/06/digital-marketing.jpg" alt="" width="640" height="414" /></a><br />
<strong>1. Planejamento</strong></p>
<p><strong></strong><br />
Este é o ponto chave e do qual dependem todos os demais. O planejamento irá fornecer a base para toda e qualquer ação de marketing – digital ou não. É um erro pensar que planejamento é algo que diz respeito apenas ao futuro. Um bom planejamento deve englobar aspectos do passado e do presente para, então, garantir o preparo adequado para enfrentar o futuro. Planejamento, portanto, é um exercício de paciência, que envolve cautela, estratégia e uma dose de intuição.</p>
<p>Uma das grandes dificuldades que se tem atualmente em termos de planejamento reside na necessidade de integração online/off-line. Muitas empresas enxergam no marketing digital uma fórmula mágica para seus problemas e esperam das agências, dos freelancers – ou seja lá de quem esteja responsável por isso no momento – ações que atendam aos seus utópicos objetivos, esquecendo que antes das ações, vem o planejamento e este precisa estar alinhado ao plano de marketing da empresa, plano este que muitas das pequenas e até médias empresas sequer possuem.<br />
<strong></strong></p>
<p><strong>2. Conteúdo</strong></p>
<p>Produzir e compartilhar conteúdo relevante para o seu público-alvo. E o que é ser relevante? Relevante é aquilo que tem importância, ou seja, algo que vai fazer a diferença quando o consumidor escolhe o que vai prestar atenção entre os diversos conteúdos concorrentes em seu mural do Facebook ou na timeline do Twitter. A relevância é o que faz a diferença entre o curtir ou não uma determinada publicação, entreretwittar ou não um determinado link, ou mesmo emitir ou não um comentário. Em suma, é o que gera o engajamento. Assim, como a relevância difere de pessoa para pessoa, conhecer o seu público-alvo é fundamental.<br />
<strong></strong></p>
<p><strong>3. Relacionamento</strong></p>
<p>Antes um bom bar ou restaurante era aquele em que os garçons sabiam o nome do cliente e, de quebra, seu pedido mais habitual. Nas mídias sociais pode-se reproduzir de certa forma esse ambiente, na medida em que é possível – através de mensuração e monitoramento – conhecer melhor o seu público-alvo por meio do que ele compartilha, de como interage, o que pensa, o que gosta ou não. Além disso, o relacionamento é eficiente quando o cliente é “ouvido” e tem respostas rápidas e eficazes aos seus pedidos. As marcas precisam – antes de imaginar grandiosas ações, ou o que é mais comum atualmente, excelentes virais – se preocupar em construir relacionamentos com seus consumidores.</p>
<p>Ainda falando em relacionamento, é preciso entender também que relacionamento não se faz apenas por meio de redes sociais. Facebook, Orkut, Twitter, Youtube, etc., são excelentes formas de se estar presente no universo digital dos clientes, porém não são as únicas. O investimento e as ações em redes sociais devem estar alinhados a uma estratégia maior, que pode incluir e-mail marketing, SEO, games, entre outras. E as estratégias digitais, por sua vez, devem estar alinhadas com o plano de marketing da empresa.</p>
<p><strong>4. Monitoramento</strong></p>
<p>Parte fundamental do processo, o monitoramento engloba as métricas e a importância de se ter dados confiáveis e mensuráveis para avaliar o retorno concreto das ações de marketing digital. As métricas podem ser obtidas por meio de diversas ferramentas, grande parte delas fornecidas gratuitamente pelo Google. Além disso, o monitoramento deve ser segmentado, ou seja, incluir o monitoramento da marca, monitoramento da concorrência e monitoramento de mercado.</p>
<p>Como se vê, presença digital não se resume a ter um site ou, o que é pior, um e-mail e um Twitter &#8220;para promoções e sorteios&#8221;. Estar, de fato, presente no ambiente digital, não é algo tão simples como se imagina e requer atenção, conhecimento e investimento para, de fato, dar retorno. Nesse sentido, talvez a dica mais útil que se possa oferecer às pequenas e médias empresas com relação ao uso dos meios digitais é: não caia na tentação do &#8220;faça você mesmo&#8221;, busque um profissional.</p>
<p>Qualquer um pode fazer um sorteio e conseguir muitos seguidores para um perfil do Twitter ou curtidas em uma fanpage no Facebook, mas a verdadeira pergunta é: será que eles continuarão a se interessar pela sua empresa depois que os sorteios acabarem?</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.blogmidia8.com/2011/06/os-4-pilares-do-marketing-digital-para.html">Blog Mídia8</a></p>
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		<title>Acert e LS Estratégia fecham parceria</title>
		<link>http://blog.crescaeapareca.com/2011/05/acert-e-ls-estrategia-fecham-parceria/</link>
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		<pubDate>Wed, 11 May 2011 19:12:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cresça e Apareça]]></category>
		<category><![CDATA[LS Estratégia]]></category>

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		<description><![CDATA[Neste mês de maio, a Acert firmou parceria com o Cresça e Apareça – Primeiro Guia Online de Comunicação para Pequenas e Médias Empresas. A LS Estratégia, empresa idealizadora e responsável pelo guia, criará uma versão especial para a Acert chamada Acert no Rádio.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Neste mês de maio, a Acert &#8211; Associação Cearense de Emissoras de Rádio e Televisão - firmou parceria com o Cresça e Apareça – Primeiro Guia Online de Comunicação para Pequenas e Médias Empresas. A LS Estratégia, empresa idealizadora e responsável pelo guia, criará uma versão especial para a Acert chamada Acert no Rádio.</p>
<p style="text-align: justify;">O foco do conteúdo é mostrar aos associados a importância de a emissora se definir como empresa e elaborar sua comunicação como qualquer anunciante. O guia contará com dicas sobre planejamento, pesquisa, exemplos de spots com interpretações para cada momento, além de um calendário comercial com 3 meses de antecedência para que a emissora planeje a comunicação junto com seus clientes.</p>
<p style="text-align: justify;">O Acert no Rádio será disponibilizado via internet a todos os associados da Acert. A associação pretende profissionalizar e fortalecer as emissoras de rádio no Estado do Ceará, explorando o potencial comercial que possuem, contribuindo assim, para o fortalecimento econômico do setor e a formação de um novo mercado de pequenos anunciantes.</p>
<p style="text-align: justify;">A Acert realizará o lançamento do projeto para as emissoras associadas em um evento na cidade de Sobral, ocasião em que também inicia sua parceria com o SEBRAE, compartilhando o mesmo objetivo de profissionalizar as emissoras de rádio do estado.</p>
<p style="text-align: justify;">O evento contará com a palestra “Motivação e Produtividade em vendas”, com o Prof. Francisco Francílio Dourado, consultor do SEBRAE-Ce, nos dias 21 e 22 de maio, e a apresentação do Cresça e Apareça no dia 21 de maio com a palestra “Como melhorar sua comunicação e lucrar mais”, com o publicitário e idealizador do produto, Luiz Santos da LS Estratégia.</p>
<p style="text-align: justify;">Para saber maiores informações sobre as inscrições entrar em contato com a Acert: (85) 3246.1051, secretaria@acert.org.br.</p>
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		<title>Como construir uma marca forte para o seu negócio</title>
		<link>http://blog.crescaeapareca.com/2011/05/como-construir-uma-marca-forte-para-o-seu-negocio/</link>
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		<pubDate>Fri, 06 May 2011 20:07:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Branding]]></category>
		<category><![CDATA[Marca]]></category>

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		<description><![CDATA[Equivocadamente, muitos empreendedores ainda acreditam que o investimento em marca é exclusivo de grandes empresas e não vai trazer benefícios para um pequeno negócios. Seja grande ou pequena, toda empresa deve investir no mínimo tempo para desenvolver uma identidade e ser reconhecida no mercado.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Especialistas dão dicas para quem quer ter uma pequena empresa conhecida no mercado</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Equivocadamente, muitos empreendedores ainda acreditam que o investimento em marca é exclusivo de grandes empresas e não vai trazer benefícios para um pequeno negócios. Seja grande ou pequena, toda empresa deve investir no mínimo tempo para desenvolver uma identidade e ser reconhecida no mercado.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso não envolve orçamentos milionários e pode ser feito com pequenas ações cotidianas que mudam a percepção do cliente sobre o seu produto. “A pequena empresa pode optar por dois caminhos para se destacar: ter o melhor preço ou ser diferente”, diz o especialista em branding, Fabio Fiorini.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo ele, os empreendedores vivem em um mercado de hiperconcorrência, com muito concorrentes que podem comprar todo o mercado. Por outro lado, as empresas menores tem a chance de se adaptar mais rápido. “O único ativo que pode diferenciar a empresa é a marca, porque não pode ser copiada”, diz.</p>
<p style="text-align: justify;">Para Hélio Moreira, diretor da consultoria em marketing e marcas NewGrowing, a importância de cuidar da forma como os consumidores enxergam a sua empresa é cada dia maior. “Cuide da imagem da sua empresa, em todos os sentidos. Seja na apresentação visual ou virtual. Procure sempre padronizar as aplicações da sua marca. Sempre com muita cautela”, ensina Moreira.</p>
<p style="text-align: justify;">Os especialistas destacam que a marca pode ser responsável por grandes movimentos no negócio. “Quando tem um resultado abaixo do esperado, a empresa começa a mudar as coisas sem saber que o problema é a marca”, afirma Fiorini. Confira a seguir seis dicas práticas para construir uma marca forte e reconhecida para o seu negócio.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Posicione-se</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Você conhece os diferenciais da sua empresa? Pois tenha sempre em mente o motivo que te faz melhor do que os concorrentes. Pergunte aos colaboradores, clientes, fornecedores e todas as partes envolvidas na sua empresa como eles enxergam o seu negócio e o que pode ser feito para melhorar.</p>
<p style="text-align: justify;">“O dia a dia nos leva de forma tão rápido que a gente esquece que está no mesmo barco e precisamos remar todos para o mesmo lado”, diz Fiorini.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Escolha um nome fácil</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A dica na hora de criar um nome é ser o mais imparcial possível. “Preocupe-se com o seu cliente e não com o seu sobrenome, ou com a sigla das iniciais do nome de seus sócios”, ensina Moreira.</p>
<p style="text-align: justify;">Seja objetivo e direto e defina um nome que transmita a essência da empresa, com uma nomenclatura curta, de fácil pronuncia, globalizada e que seja possa ser registrada como uma marca no Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (Inpi).</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Padronize</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Para que sua empresa fique na memória dos clientes é importante que tudo relacionado a ela passe a mesma imagem. “Propaganda, funcionários ou cartão de visita. Tudo deve ter uma padronização ímpar, inclusive o discurso das pessoas”, afirma Fiorini. Para ele, não adianta querer fazer igual às grandes corporações. “É preciso ser especifico para a realidade daquela empresa”, diz.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Desenhe sua marca</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O logotipo que identifica a empresa não precisa ser rebuscado nem uma obra de arte. Para Moreira, da NewGrowing, evitar formas e desenhos é uma boa alternativa. “Se não puder investir em uma empresa para auxiliá-lo, seja mais sintético. Defina uma tipografia que esteja alinhada com o seu público ou segmento”, diz. Utilize um pouco do seu conhecimento estético e verifique se a escrita oferece legibilidade para o nome. “Não será a melhor marca, mas também não será a pior”, garante Moreira.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Seja uma opção ao cliente</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Não adianta investir para que sua marca seja conhecida se você não alcançar o seu público-alvo. “Você precisa ser considerado como opção de compra. O consumidor conhece várias marcas, mas só considera opções de compra aquelas em que realmente consideram na hora de comprar”, diz Fiorini. Esse é o caminho para que as pessoas experimentem o seu produto. “Depois da primeira compra, é importante fazer com que exista uma repetição disso, um fluxo de compra o que leva a uma carteira de clientes fiéis”, explica.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Escolha uma cor</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Além do nome e da logomarca, as cores também transmitem algo sobre a sua empresa. “Escolha uma cor de identidade para o seu negócio, mas antes análise seus concorrentes, de repente usar a mesma cor pode ser uma estratégia”, ensina Moreira. O mais importante, porém, é definir a cor pelo perfil do seu produto ou serviço. “Não esqueça que o público-alvo pode ser influenciado pela cor. Fique atento!”, completa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte: </strong><a href="http://exame.abril.com.br/pme/noticias/como-construir-uma-marca-forte-para-o-seu-negocio?page=1&amp;slug_name=como-construir-uma-marca-forte-para-o-seu-negocio">EXAME</a></p>
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		<item>
		<title>Quatro tendências em marketing digital para 2011</title>
		<link>http://blog.crescaeapareca.com/2011/04/quatro-tendencias-em-marketing-digital-para-2011/</link>
		<comments>http://blog.crescaeapareca.com/2011/04/quatro-tendencias-em-marketing-digital-para-2011/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 26 Apr 2011 17:28:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[O Brasil é o oitavo país do mundo em número de internautas (40,5 milhões), que passam em média 26,4 horas por mês na web, segundo a ComScore, empresa de monitoramento de internet. Os brasileiros ultrapassam a média mundial (22,6) e a média da América Latina (24,3) em número de horas plugados a cada mês.

A utilização da internet fica mais concentrada nas buscas e navegação em geral, e também nas redes sociais. No Brasil, o Orkut é ainda o campeão em número de visitantes únicos (32,41 milhões em fevereiro/2011) mas cresceu apenas 2,85% em seis meses, enquanto o Facebook experimentou por aqui estrondosos 65,7% de crescimento — 45,5% apenas nos dois primeiros meses de janeiro deste ano.

Empresas brasileiras devem aproveitar esse apetite nacional pela internet, prestando atenção em algumas tendências ligadas ao consumo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://blog.crescaeapareca.com/wp-content/uploads/2011/04/Homo-conectus.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-563" title="Homo-conectus" src="http://blog.crescaeapareca.com/wp-content/uploads/2011/04/Homo-conectus.jpg" alt="" width="542" height="341" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">O Brasil é o <strong>oitavo país do mundo em número de internauta</strong>s (<strong>40,5 milhões</strong>), que passam em média 26,4 horas por mês na web, segundo a ComScore, empresa de monitoramento de internet. Os brasileiros ultrapassam a média mundial (<strong>22,6</strong>) e a média da América Latina (<strong>24,3</strong>) em número de horas plugados a cada mês.</p>
<p style="text-align: justify;">A utilização da internet fica mais concentrada nas buscas e navegação em geral, e também nas redes sociais. No Brasil, o <strong>Orkut </strong>é ainda o campeão em número de visitantes únicos (<strong>32,41 milhões</strong> em fevereiro/2011) mas cresceu apenas <strong>2,85%</strong> em seis meses, enquanto o <strong>Facebook</strong> experimentou por aqui estrondosos <strong>65,7% de crescimento</strong> — <strong>45,5%</strong> apenas nos dois primeiros meses de janeiro deste ano.</p>
<p style="text-align: justify;">Empresas brasileiras devem aproveitar esse apetite nacional pela internet, prestando atenção em algumas tendências ligadas ao consumo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>1.	Mobile + social + local</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O celular será nossa porta de entrada para o mundo. Cada vez mais, aplicativos facilitarão a comunicação, as transações comerciais, a integração com as redes sociais, a busca por informações locais e o georreferenciamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Quase <strong>45%</strong> dos usuários brasileiros usam o celular para acesso à web, segundo estudo da e.Life. Um ano atrás, eram somente <strong>34%</strong>. O índice tende a aumentar com base em dois fatos:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fato número 1: </strong>as vendas de smartphones e tablets serão maiores, este ano, do que a de latptops e PCs.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fato número 2:</strong> já começaram a surgir redes sociais baseadas unicamente no celular, como a Path e a Color, cujo intento é estimular as pessoas a compartilhar momentos em tempo real colocando fotos online.</p>
<p style="text-align: justify;">As empresas que não desenvolverem plataformas mobile para seus produtos e serviços podem ficar para trás.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>2.	As pessoas escolherão o conteúdo que querem consumir</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Crescerá <strong>o valor da curadoria</strong>, ou seja a capacidade para selecionar o que interessa dentro de um mar de conteúdos gerados por qualquer pessoa. A quantidade de informações hoje na web torna essa tarefa indispensável, apesar de ser complexa e exigir competências como foco e discernimento.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>3.	Tecnologia = pessoas + conectividade</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Somos o “<strong>homo conectus</strong>”. Não existe mais separação entre online e offline. As pessoas querem estar conectadas 24 horas por dia, 7 dias por semana, e usarão todos os recursos para isso – de lan houses a iPhones (o que significa que mesmo as classes sociais menos abonadas dão um jeito).</p>
<p style="text-align: justify;">Isso também leva a um compartilhamento cada vez mais intenso, às vezes sem que as pessoas pensem em privacidade e sem lembrar que a memória do Google e de outras ferramentas de busca é indelével.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>4.	As empresas se preocuparão mais com o feedback social e o consumo de nicho</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O que as pessoas buscam online? Comunicação, conexão, entretenimento e educação/cooperação. Redes sociais de nicho, sobre temas específicos, tendem a prosperar porque reúnem todos esses elementos.</p>
<p style="text-align: justify;">Empresas tendem a reforçar sua presença em canais como <strong>YouTube </strong>e <strong>Flickr</strong>, a fim de compartilhar conteúdo que tenha viés de<strong> entretenimento</strong> também, com isso chamando mais a atenção dos consumidores.</p>
<p style="text-align: justify;">Compartilhar conhecimento e oferecer conteúdo e aconselhamento de graça é outro forte fator de sucesso para as empresas em sua presença nas mídias sociais.</p>
<p style="text-align: justify;">Para terminar, um último ponto: se a internet é natural para as pessoas, também deve ser para as empresas.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/midias-sociais/2011/04/03/quatro-tendencias-em-marketing-digital-para-2011-2/">Exame</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Pesquisa detalha mapa do marketing digital no Brasil</title>
		<link>http://blog.crescaeapareca.com/2011/04/pesquisa-detalha-mapa-do-marketing-digital-no-brasil/</link>
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		<pubDate>Mon, 18 Apr 2011 14:13:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing Digital]]></category>

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		<description><![CDATA[Levantamento da Pesquisa Marketing Visão 360º, realizada pelo Mundo do Marketing em parceria com a TNS Research International, aponta que 90% das empresas no país realizam algum tipo de ação de marketing digital.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Levantamento da Pesquisa Marketing Visão 360º, realizada pelo Mundo do Marketing em parceria com a TNS Research International, aponta que 90% das empresas no país realizam algum tipo de ação de marketing digital.</p>
<p style="text-align: justify;">E-mail marketing lidera o ranking, é a ação mais realizada pelas empresas, presente em 80% delas, seguido por redes sociais com 67%, Links Patrocinados com 53% e anúncios em sites segmentados, com 45%.</p>
<p style="text-align: justify;">A edição 2010 da pesquisa entrevistou 372 profissionais das áreas de marketing e planejamento de empresas nacionais e multinacionais dos setores de serviços, varejo, agência de publicidade, bens de consumo, consultorias, agência digital e bens duráveis. 85% dessas empresas são brasileiras e 54% são de pequeno porte.</p>
<p style="text-align: justify;">Para Walter Sabini Junior, CEO da VIRID Interatividade Digital, empresa especializada em envio e gestão de email marketing, a pesquisa reitera a notoriedade do email marketing no planejamento de marketing das companhias.</p>
<p style="text-align: justify;">“Trabalhamos com email marketing desde 2006 e pudemos acompanhar toda a evolução desse canal, enfatizando a importância das boas práticas e da relevância de conteúdo. Formamos empresas em relação ao aculturamento no bom relacionamento digital que deve existir e o email marketing caminha rumo à consolidação. A pesquisa foi fiel a um objetivo que buscávamos e comprova a efetividade das ações digitais por esse meio”, explica Sabini.</p>
<p style="text-align: justify;">“O e-mail marketing continua sendo a ferramenta mais importante dentro do marketing digital, mesmo com todo o potencial das estratégias SEO e SEM e de mídias sociais. É uma ação certa de que o usuário irá receber a propaganda, e ao menos passar o olho por ela. Pode ser que algo interesse momentaneamente, ou que lhe venha à memória algum tempo mais tarde”, afirma Bruno Mello, editor executivo do Mundo do Marketing.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>As redes sociais, SEM e SEO</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Cerca de 66% das empresas estão presentes com ações de marketing nas redes sociais. 92% delas utilizam o Twitter, 69% estão presentes no Facebook e 58% no Orkut. Além disso, da parcela das empresas que não utilizam as redes sociais, 64% entrarão a partir de 2011.</p>
<p style="text-align: justify;">“As ações interativas ganham cada vez mais importância nas estratégias digitais das empresas, uma vez que notamos grande parte delas investindo em ações nas redes sociais. Como o brasileiro utiliza muito as redes sociais, é um caminho natural para as empresas. As redes sociais estão sendo usadas não apenas como plataforma para realização das ações, mas também para monitorar o que está sendo falado na rede sobre as marcas”, completa Bruno Mello.</p>
<p style="text-align: justify;">No campo da otimização em buscadores, as ações de marketing consideradas mais efetivas são as campanhas SEM (Search Engine Marketing) com 51%, seguidas por SEO (Search Engine Optimization) com 47% e Links Patrocinados, com 39%.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O futuro do mobile marketing</strong></p>
<p style="text-align: justify;">As ações de mobile marketing prometem ganhar mercado em 2011. Em fase de desenvolvimento, somente 22% das empresas realizaram alguma ação em 2010. Porém, a expectativa é que 54% das empresas devam usar a ferramenta esse ano.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://www.adnews.com.br/publicidade/114469.html">AdNews</a></p>
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		<item>
		<title>Como manter as conversações nas mídias sociais em 7 passos</title>
		<link>http://blog.crescaeapareca.com/2011/04/como-manter-as-conversacoes-nas-midias-sociais-em-7-passos/</link>
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		<pubDate>Wed, 13 Apr 2011 20:01:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Midias Sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[As mídias sociais têm afetado a forma como fazemos negócios e através dessas ferramentas as empresas perceberam que, para atingir seus clientes, precisam oferecer grandes possibilidades de conexão e de diálogos com as partes interessadas. Mas a dificuldade está em como fazer isso e manter essas conversações de forma produtiva.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>Por Camila Carrano</em></p>
<p style="text-align: justify;">As mídias sociais têm afetado a forma como fazemos negócios e através dessas ferramentas as empresas perceberam que, para atingir seus clientes, precisam oferecer grandes possibilidades de conexão e de diálogos com as partes interessadas. Mas a dificuldade está em como fazer isso e manter essas conversações de forma produtiva.</p>
<p style="text-align: justify;">Pensando nisso, elaborei 7 passos fundamentais para manter as conversações nas mídias sociais e melhorar o relacionamento com o público-alvo da sua empresa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Os 7 passos fundamentais das conversações</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Passo 1: </strong>É preciso deixar claro por que <strong>a mídia social é o caminho certo para sua empresa </strong>e quais os objetivos você está esperando obter com isso. Ou seja, é necessário traçar um plano elaborado e quem vai executá-lo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Passo 2:</strong> Depois do plano das atividades de mídias sociais pronto, <strong>deve-se elaborar as políticas de posicionamento e comunicação da empresa dentro do negócio</strong>. É necessário informar todos os envolvidos da forma de conduta das conversações. Isto significa que todos os funcionários serão informados sobre como lidar com uma presença de mídia social.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Passo 3: </strong>Pesquisa é essencial. É <strong>necessário o monitoramento e rastreamento de sua marca </strong>para saber o que já estão falando sobre sua empresa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Passo 4:</strong> Detectar quais comunidades e plataformas são as melhores para o seu negócio. Para isso, é <strong>necessário identificar o seu público-alvo online.</strong> Analisar as formas de interação é um forte ponto para conseguir manter diálogos com seus clientes.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Passo 5: </strong>Seja consistente. <strong>Mantenha atividades regulares para fidelizar seu público-alvo.</strong> Rotinas fazem as pessoas se sentirem mais seguras, porém, o fator surpresa deve ser utilizado para causar impacto em momentos especiais.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Passo 6:</strong> Nem tudo é sobre você. As mídias sociais possuem plataformas que criam conversações. <strong>Não faça monólogos, busque as respostas dos seus clientes </strong>e tenha também respostas rápidas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Passo 7: </strong>Interação e participação. Pense em palavras como educar, informar, divertir e entreter ao tentar chegar nos seus clientes. É preciso ser transparente e humano a fim de demonstrar e manter uma certa identidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Finalmente, quando está presente nas mídias sociais, você precisa estar ciente de que seus objetivos para alcançar as partes interessadas online estão alinhados com seus objetivos de negócio. É preciso que haja coerência entre estes objetivos de manter uma identidade corporativa.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: normal; color: #333333; font-size: 12px;"><strong style="outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 12px; vertical-align: baseline; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; padding: 0px; margin: 0px; border: 0px initial initial;"></p>
<div style="outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 12px; vertical-align: baseline; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; text-align: justify; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; padding: 0px; margin: 0px; border: 0px initial initial;">Fonte:<span style="outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 12px; vertical-align: baseline; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; font-weight: normal; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; padding: 0px; margin: 0px; border: 0px initial initial;"> <a href="http://www.pontomarketing.com/midias-sociais/como-manter-as-conversacoes-nas-midias-sociais-em-7-passos/">Ponto Marketing</a></span></div>
<p></strong></span></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>E-Book sobre Planejamento pra download em PDF</title>
		<link>http://blog.crescaeapareca.com/2011/03/e-book-sobre-planejamento-pra-download-em-pdf/</link>
		<comments>http://blog.crescaeapareca.com/2011/03/e-book-sobre-planejamento-pra-download-em-pdf/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 28 Mar 2011 14:38:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Planejamento]]></category>

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		<description><![CDATA[Em 2007, o pessoal da Lowe de Portugal lançou um material chamado o ABCD do Planeamento Estratégico (é assim que chamam o Planejamento por lá, sem o 'j').]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Em 2007, o pessoal da Lowe de Portugal lançou um material chamado o ABCD do Planeamento Estratégico (é assim que chamam o Planejamento por lá, sem o &#8216;j&#8217;).</p>
<p style="text-align: justify;">Trata-se de um e-book com conceitos, definições e dicas sobre o que eles acreditam ser as contribuições do Planejamento e o papel dos profissionais da área.</p>
<p style="text-align: justify;">Vale a pena! Apesar da data, é bem atual e interessante.</p>
<p style="text-align: justify;">Pra baixar o PDF, é só clicar no botão abaixo e trocar seu download por um tweet.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.paywithatweet.com/pay/index.php?id=3000449fd115b7939ef2603fd351aa6c"><img class="aligncenter size-full wp-image-554" title="pay_button" src="http://blog.crescaeapareca.com/wp-content/uploads/2011/03/pay_button.gif" alt="" width="145" height="24" /></a>Fonte: <a href="http://www.chmkt.com.br/2011/01/e-book-sobre-planejamento-pra-download.html">CHMKT</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>31 milhões subiram de classe social em 2010</title>
		<link>http://blog.crescaeapareca.com/2011/03/31-milhoes-subiram-de-classe-social-em-2010/</link>
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		<pubDate>Wed, 23 Mar 2011 15:00:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Classe C, D e E]]></category>

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		<description><![CDATA[A distribuição dos brasileiros por classes socioeconômicas mudou nos últimos cinco anos. Deixou de ter o formato de pirâmide, típico de países pobres, com grande contingente de baixa renda, e passou a ser um losango, figura geométrica que se aproxima de uma distribuição socioeconômica mais equilibrada entre os estratos sociais e frequente em países desenvolvidos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A distribuição dos brasileiros por classes socioeconômicas mudou nos últimos cinco anos. Deixou de ter o formato de pirâmide, típico de países pobres, com grande contingente de baixa renda, e passou a ser um losango, figura geométrica que se aproxima de uma distribuição socioeconômica mais equilibrada entre os estratos sociais e frequente em países desenvolvidos.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa é a principal constatação da 6.ª edição da pesquisa O Observador Brasil 2011, espécie de radiografia do mercado de consumo, executada pelo instituto Ipsos Public Affairs, a pedido da Cetelem BGN, do grupo financeiro francês BNP Paribas.</p>
<p style="text-align: justify;">A mudança de formato da distribuição das classes socioeconômicas entre 2005 e 2010 ocorreu em razão do ganho de renda que levou a uma grande mobilidade social. Só no ano passado, quase 31 milhões de brasileiros ascenderam socialmente. Desse total, cerca de 19 milhões saíram das classes D/E e engrossaram a grande classe média, a classe C. E perto de 12 milhões de pessoas pularam da classe C para as classes de maior poder aquisitivo A/B.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Eu não me surpreenderia se no ano que vem houvesse um empate entre as classes D/E e A/B em número de brasileiros&#8221;, afirma o presidente da Cetelem BGN, Marcos Etchegoyen.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com a pesquisa, a classe C já representava no ano passado mais da metade (53%) da população brasileira de 191,7 milhões de pessoas. Em 2009, a fatia da classe C era de 49% e em 2005, de 34%.</p>
<p style="text-align: justify;">Já as classes D/E responderam em 2010 por 25% da população, ante 35% no ano anterior e 51% em 2005. No sentido oposto, a participação das classes A/B está aumentando. Cinco anos atrás, elas representavam 15% da população. Esse índice subiu para 16% em 2009 e atingiu 21% no ano passado.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20110323/not_imp695881,0.php  ">Estadão</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Estatísticas de marketing digital para planejar suas ações em 2011</title>
		<link>http://blog.crescaeapareca.com/2011/03/estatisticas-de-marketing-digital-para-planejar-suas-acoes-em-2011/</link>
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		<pubDate>Mon, 21 Mar 2011 18:24:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Planejando o marketing digital da sua empresa para 2011? Seguem abaixo alguns dos principais números de mercado para focar e embasar suas ações. Os dados foram extraídos de diversas pesquisas publicadas ao longo de 2010.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Planejando o marketing digital da sua empresa para 2011? Seguem abaixo alguns dos principais números de mercado para focar e embasar suas ações. Os dados foram extraídos de diversas pesquisas publicadas ao longo de 2010.</p>
<p style="text-align: justify;">•	94% dos internautas fazem compras online no Brasil. ComScore;</p>
<p style="text-align: justify;">•	61% dos consumidores que fazem compras online são das classes A e B. Ibope Mídia.</p>
<p style="text-align: justify;">•	48% dos e-consumidores tem entre 25 e 44 anos; 15% entre 15 a 19 anos; 17% (20 a 24 anos); 13% (45 a 54 anos); 6% (55 a 66 anos). Ibope Mídia</p>
<p style="text-align: justify;">•	37% dos e-consumidores e concentram entre São Paulo e Rio de Janeiro. Ibope Mídia</p>
<p style="text-align: justify;">•	Brasil já possui 246 sites de compras coletivas. Bolsa de Ofertas</p>
<p style="text-align: justify;">•	Consumidor acessa internet 3 vezes em média para pesquisar produto antes da compra. McKinsey</p>
<p style="text-align: justify;">•	Até 2014, verba de marketing digital deve chegar a 19% do orçamento de marketing das empresas, ante os 10% em 2010, representando crescimento de 90%.</p>
<p style="text-align: justify;">•	60% dos internautas aprovam que empresas usem redes sociais para divulgar produtos e serviços e 70% aprovam uso para comunicação com os clientes e consumidores.</p>
<p style="text-align: justify;">•	E-Commerce fecha 2010 com faturamento de R$ 15 bilhões e crescimento de 40% em relação ao ano anterior. Para 2011, expectativa é crescimento de 35%. E-Bit</p>
<p style="text-align: justify;">•	33% das mulheres da chamada nova classe média digital no Brasil, Argentina e México já preferem internet à TV. Razorfish/Terra</p>
<p style="text-align: justify;">•	49% das principais empresas da América Latina usam pelo menos uma das plataformas das redes sociais. Burson Mastellers</p>
<p style="text-align: justify;">•	15% dos brasileiros usam redes sociais no trabalho, tanto para finas pessoais quanto profissionais. Em relação ao Twitter, esse número sobe para 20%. IDC</p>
<p style="text-align: justify;">•	Apenas 7% dos empresários brasileiros considera indispensável participar das redes sociais. Ibramerc</p>
<p style="text-align: justify;">•	Brasileiro tem em média 273 amigos nas redes sociais. Ibope Mídia</p>
<p style="text-align: justify;">•	No Brasil, apenas 36% das grandes e médias empresas está presente nas redes sociais. Destes, 45% não atualiza o perfil da empresa no Twitter e 30% não dialoga com seus consumidores. mWeb</p>
<p style="text-align: justify;">•	Empresas que investem em redes sociais tem crescimento de até 18% no faturamento. Altmer Group/Business Week</p>
<p style="text-align: justify;">•	87% dos brasileiros estão nas redes sociais.</p>
<p style="text-align: justify;">•	71% dos e-consumidores fizeram alguma compra depois de ter recebido mensagem de e-mail marketing. Dinamize</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://www.artigosecommerce.com.br/estatisticas-marketing-digital-2011/">Artigos E-Commerce</a></p>
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		<title>O que é luxo para a classe C?</title>
		<link>http://blog.crescaeapareca.com/2011/02/o-que-e-luxo-para-a-classe-c/</link>
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		<pubDate>Thu, 24 Feb 2011 13:23:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Classe C, D e E]]></category>

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		<description><![CDATA[Pesquisa mostra quais são as ambições da chamada nova classe média brasileira

Classe C: números indicam oportunidades para as empresas que souberem encantar clientes

Tudo é luxo para a classe C. Pelo menos é o que diz uma pesquisa realizada pela Franceschini Análise de Mercado para conceituar o tema abordado no livro Luxo for All, de José Luiz Tejon, Roberto Panzarini e Victor Megido. O levantamento teve como objetivo registrar o que os consumidores emergentes pensam do luxo e indicar caminhos para as empresas que desejam aproveitar o potencial deste segmento.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><em>Pesquisa mostra quais são as ambições da chamada nova classe média brasileira</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Classe C: números indicam oportunidades para as empresas que souberem encantar clientes</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Tudo é luxo para a classe C. Pelo menos é o que diz uma pesquisa realizada pela Franceschini Análise de Mercado para conceituar o tema abordado no livro Luxo for All, de José Luiz Tejon, Roberto Panzarini e Victor Megido. O levantamento teve como objetivo registrar o que os consumidores emergentes pensam do luxo e indicar caminhos para as empresas que desejam aproveitar o potencial deste segmento.</p>
<p style="text-align: justify;">Marcas como C&amp;A, Riachuello, Carrefour e Marisa foram algumas das mais citadas pelos entrevistados. O estudo, no entanto, indicou que 64% dos consumidores da classe C não têm nenhuma marca de vestuário na memória que esteja ligada a luxo, assim como 62% também não citaram uma loja específica. Os números indicam as oportunidades para as empresas que souberem encantar esses clientes.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar do mercado vivenciar movimentos de companhias como O Boticário, que lança a marca de cosméticos Eudora investindo principalmente em venda direta para atrair um público diferente da marca mãe, poucas são as companhias que entenderam a necessidade de oferecer o “luxo” que a classe C deseja. Outro exemplo recente é o de Marisa, que lançou a bandeira Marisa Lingerie, sem mudar o foco na classe C, com pontos de venda que pretendem oferecer a melhor experiência de compra possível, orientação e produtos diferenciados.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Metade não associa luxo à ostentação</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Em muitos casos, é preciso repensar a estratégia das companhias ou, até mesmo, criar novas marcas, como fez O Boticário. “As empresas terão que desenhar outro tipo de negócio. Casas Bahia e Marabraz são redes que ficaram enormes respeitando o consumidor, com outra forma de cadastro, de lidar com o cliente, tratar o atraso e abdicar dos juros. Uma atitude às vezes mais respeitosa”, diz Adélia Franceschini, sócio-diretora da Franceschini Análise de Mercado.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo a pesquisa, no entanto, apenas metade dos entrevistados associam o luxo à representação social do status e da opulência, chamado pelos autores de opolux. O resultado mostra que o caminho para as marcas que querem ser consideradas como luxo para estes consumidores é investir também no lado comportamental e no estilo de vida, e não apenas no material e na ostentação.</p>
<p style="text-align: justify;">Do total, 25% não souberam definir o que seria luxo para si. Já 17% citaram o egolux, luxo íntimo, baseado numa escolha subjetiva, como uma boa casa, contas pagas e poder descansar. Outros 6% citaram ainda o luxo filosófico, que valoriza elementos como a consciência, o desapego, o bom gosto e ter saúde. Mas, para 27% deles, luxo é ter um bom carro, poder viajar, ter conforto e ir a um restaurante com a família, o poplux.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Excelência, Estética, Experiência e Ética</strong></p>
<p style="text-align: justify;">E é no poplux que reside a oportunidade de reposicionamento e estratégia das marcas. “O luxo para a classe C é quase a idealização de uma vida confortável. Esses consumidores têm uma realidade tão oprimida por necessidades básicas, que luxo é a ideia de uma casa boa, um carro novo, entrar no supermercado e comprar de tudo um pouco. Coisas absolutamente adquiridas pela classe média, mas que na classe C passam a ser um sonho, algo quase inatingível”, acredita Adélia.</p>
<p style="text-align: justify;">Por isso terão destaque as marcas que conseguirem tocar minimamente no ideário da classe C. A estratégia deve ter algum ponto de contato com este consumidor. Esta é a diferença entre redes como Carrefour e Walmart, por exemplo. “O Walmart não tem traço de percepção da classe C. Talvez por ser uma rede mais recente, ter um nome estranho para o brasileiro, pela própria estratégia de comunicação, a localização e todos os P’s de marketing que pesam na percepção – ou não percepção – da marca”, ressalta a executiva.</p>
<p style="text-align: justify;">Para as empresas que desejam praticar o “novo luxo”, o livro – lançado pela Editora Gente – aborda os 4 E’s que podem contribuir para a estratégia com foco nas sociedades emergentes: Excelência, Estética, Experiência e Ética. O primeiro deles refere-se ao comprometimento com produtos e serviços de qualidade assegurada. “Com um problema de renda maior, os consumidores buscam produtos excelentes, corretos, que durem. Isso vai contra a ideia de que, para a base da população, qualquer porcaria serve. O povo está aprendendo a escolher e é necessário ter excelência”, conta José Luiz Tejon.</p>
<p style="text-align: justify;">A estética também é essencial, pois clientes emergentes querem o belo, como lojas com arquitetura aconchegante e produtos com design diferente. Já a experiência é o ponto de partida para a venda, os consumidores devem ser acolhidos, tratados com dignidade para que se sintam incluídos. Por fim, a ética é fundamental para garantir um relacionamento sustentável, duradouro e buscar conexões de longo prazo entre marca e cliente.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Novos 4 P’s</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Na abordagem do luxo para a classe emergente, os 4 P’s também mudaram. De acordo com o conceito do livro, os executivos devem levar em conta os novos 4 P’s. São eles Pessoas, Paixões, Produtos Cultuados e Pontos de Encontro. “Pessoas”, porque o olhar de atendimento deve ser outro, conter uma visão humanista, antropológica, compreendendo que, mais do que um consumidor, existe uma pessoa com anseios, angústias e desejos, que espera ser atendida.</p>
<p style="text-align: justify;">A “Paixão” é o que vai engajar os clientes. As empresas devem ser apaixonadas pelo que fazem de melhor para transformá-lo em algo importante para as demais pessoas, envolvê-los na causa, seja na produção de bens de consumo ou na prestação de serviços. Consequentemente, os produtos devem ser cultuados, representar satisfação e cultivar o crescimento da autoestima de quem os consome.</p>
<p style="text-align: justify;">“É preciso colocar os produtos em situações inteligentes de merchandising, como eventos. Eles devem fazer parte da cultura e dos valores humanos que precisam ser trabalhados pelas marcas. Já o último P refere-se ao entendimento de que as lojas, muito mais do que vender, são pontos de encontro. As pessoas marcam casamentos em unidades da Apple. Produtos, serviços e lojas são pontos de relacionamento que cultivam redes físicas ou virtuais”, explica Tejon.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href=" http://exame.abril.com.br/marketing/noticias/o-que-e-luxo-para-a-classe-c">Exame</a></p>
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