Arquivos para Categoria ‘Mercado’

  • Planejando o marketing digital da sua empresa para 2011? Seguem abaixo alguns dos principais números de mercado para focar e embasar suas ações. Os dados foram extraídos de diversas pesquisas publicadas ao longo de 2010.

    • 94% dos internautas fazem compras online no Brasil. ComScore;

    • 61% dos consumidores que fazem compras online são das classes A e B. Ibope Mídia.

    • 48% dos e-consumidores tem entre 25 e 44 anos; 15% entre 15 a 19 anos; 17% (20 a 24 anos); 13% (45 a 54 anos); 6% (55 a 66 anos). Ibope Mídia

    • 37% dos e-consumidores e concentram entre São Paulo e Rio de Janeiro. Ibope Mídia

    • Brasil já possui 246 sites de compras coletivas. Bolsa de Ofertas

    • Consumidor acessa internet 3 vezes em média para pesquisar produto antes da compra. McKinsey

    • Até 2014, verba de marketing digital deve chegar a 19% do orçamento de marketing das empresas, ante os 10% em 2010, representando crescimento de 90%.

    • 60% dos internautas aprovam que empresas usem redes sociais para divulgar produtos e serviços e 70% aprovam uso para comunicação com os clientes e consumidores.

    • E-Commerce fecha 2010 com faturamento de R$ 15 bilhões e crescimento de 40% em relação ao ano anterior. Para 2011, expectativa é crescimento de 35%. E-Bit

    • 33% das mulheres da chamada nova classe média digital no Brasil, Argentina e México já preferem internet à TV. Razorfish/Terra

    • 49% das principais empresas da América Latina usam pelo menos uma das plataformas das redes sociais. Burson Mastellers

    • 15% dos brasileiros usam redes sociais no trabalho, tanto para finas pessoais quanto profissionais. Em relação ao Twitter, esse número sobe para 20%. IDC

    • Apenas 7% dos empresários brasileiros considera indispensável participar das redes sociais. Ibramerc

    • Brasileiro tem em média 273 amigos nas redes sociais. Ibope Mídia

    • No Brasil, apenas 36% das grandes e médias empresas está presente nas redes sociais. Destes, 45% não atualiza o perfil da empresa no Twitter e 30% não dialoga com seus consumidores. mWeb

    • Empresas que investem em redes sociais tem crescimento de até 18% no faturamento. Altmer Group/Business Week

    • 87% dos brasileiros estão nas redes sociais.

    • 71% dos e-consumidores fizeram alguma compra depois de ter recebido mensagem de e-mail marketing. Dinamize

    Fonte: Artigos E-Commerce

  • A alma do negócio não é a propaganda. A alma do negócio é o próprio negócio.

    As agências deverão evoluir para o papel de ajudar as empresas a ouvir e entender o que os prosumidores* estão dizendo a respeito de seus produtos e serviços.

    Por Pedro Cordier

    Á medida que o acesso à informação se propaga e à medida que o consumidor de outrora começa a dar lugar ao prosumidor, esse consumidor pró-ativo, produtor de conteúdo, conectado e bem informado, a propaganda que vemos hoje torna-se cada dia menos relevante.

    O atendimento, a preocupação com os detalhes, um produto bem acabado, um serviço bem feito… nem toda propaganda do mundo compensa um produto ruim!

    O dono de loja, o empresário, o cliente da agência de propaganda, todos devem investir, cada centavo, em qualidade e em relacionamento com o cliente!

    Segundo Jeff Jarvis, no livro “O que a Google Faria”, “a propaganda deve nos informar sobre um produto ou seu preço, para que possamos economizar esforço, tempo e dinheiro na busca por ele. Se a meta dos consumidores é reduzir os custos de transação – o esforço de encontrar o produto certo, pelo preço certo – a própria internet não substitui a propaganda? Com freqüência, sim!”

    E as agências de propaganda tradicionais? Vão acabar? Se adaptar? Se transformar? O intermediário, que cria dificuldade para vender facilidade, está com os dias contados na era da conectividade! As agências de propaganda precisam, urgentemente, aprender, desaprender e reaprender.

    “Toda novidade passa pelo processo de aprendizado. Precisamos estar atentos às questões como inovação, empreendedorismo, criação e adaptabilidade, pois somente acompanhar as mudanças já não basta. Temos que tomar consciência de que somos parte integrante dessas mudanças”.Pedro Cordier, especialista em comunicação, criatividade e conectividade.

    Os anunciantes estão começando a aprender que o seu grande diferencial não está no slogan criativo, mas na transparência. É uma questão de relacionamento, não de mensagem!

    “A mensagem fundamental do marketing deve mudar de queremos seu dinheiro para compartilhamos seus interesses”.Christopher Locke, no livro Gonzo Marketing.

    O papel das agências digitais será o de ajudar as empresas a ouvir o que os prosumidores estão dizendo a respeito de seus produtos e serviços. Exemplos:

    • Fazendo análise de dados, mensurando e criando redes calcadas na transparência.

    • Ajudar no lançamento de produtos, de preferência, com a utilização de crowdsourcing, o que contribui para a criação de relacionamentos verdadeiros.

    • Auxiliar no entendimento e utilização das plataformas sociais;

    • Produzir informação e conteúdo para as diversas telas.

    • Desenvolver aplicativos úteis, que realmente possam facilitar a vida do usuário…

    “Mercados são conversas.” The Cluetrain Manifesto, trabalho sobre a era da internet, em 2000.

    Se a mudança, em si, para muitas pessoas, já é um processo doloroso, imagine a total perda do controle?

    No final de 2010, em conversa com um conhecido dono de agência da capital baiana sobre o futuro das agências de propaganda, disse a ele que a agência de propaganda não estava mais no controle. Disse ainda que, na verdade, sequer o cliente dele (o anunciante) estava no controle… quem estava assumindo o controle de tudo era o prosumidor, que, num piscar de olhos, poderia se reunir e manifestar-se contra a favor dessa ou daquela organização, causando um impacto jamais imaginado em outros tempos menos conectados.

    Para minha surpresa, a sua resposta foi muito mais consciente do que eu imaginava. Disse ele: “Se eu não procurar observar, entender e me tornar parte dessa mudança, isso aqui tudo (apontando para a bonita e confortável sala de reunião em que estávamos e para os demais departamentos, porta afora…) vai, simplesmente, desaparecer”.

    Fonte: Webinsider

    *Prosumidores: Do inglês prosumer – fusão de producer (produtor) e consumer (consumidor).

  • Década de ouro

    Depois de um longo período de estagnação da economia, o Brasil vivenciou mudanças amplas e profundas na última década que o tornaram forte economicamente e proporcionaram, pela primeira vez na sua história, a inserção social de ampla parcela da população.

    Crescimento econômico acima de 4% ao ano, multiplicação de empregos, acesso ao crédito e elevação da renda estão reproduzindo no país um fenômeno típico de sociedades avançadas: a criação de um mercado consumidor de massa, forte e cada vez mais complexo.

    Nessa ultima década, mais de 25 milhões de brasileiros cruzaram a linha da pobreza e outros 30 milhões ascenderam à classe média. O desemprego encerra 2010 com o menor índice de sua história, chegando a 5,7%. Tudo isso aliado a um aumento real da renda que hoje faz a classe C ser a maior consumidora de eletroeletrônicos do País e a maior compradora de imóveis.

    Milhões de brasileiros têm aproveitado o bom momento da economia para elevar, pela primeira vez, a sua qualidade de vida através do acesso a bens de consumo. Com uma população mais madura e com mais renda, o Brasil também passou a ter consumidores mais exigentes em qualidade (de produtos, serviços, imagem, comunicação, etc).

    O Novo consumidor brasileiro

    O consumidor brasileiro nunca foi tão vigoroso. Esse novo perfil de consumidor gera impacto no mercado, no comportamento de consumo e, claro, nos seus negócios.

    Entenda melhor algumas tendências desse novo consumidor brasileiro:

    - Possui maior poder de consumo e mais exigência de qualidade;

    - Fatores como proximidade geográfica e o relacionamento com o cliente estarão ligados na hora da venda;

    - Os jovens da baixa renda são mais escolarizados do que seus pais. E também são mais independentes que os jovens da classe AB;

    - A internet é o meio de comunicação mais usado entre os jovens internautas da classe média;

    - 66% da classe C tem acesso à internet (eram 33% em 2003). O acesso à tecnologia é uma oportunidade de investimento em conhecimento, entretenimento e lazer;

    - O avanço das mulheres no mercado de trabalho cresce a cada ano e está criando novos padrões de consumo e comportamento. A perspectiva de venda dos produtos dedicados ao público feminino é grande;

    - O consumo das pessoas que moram sozinhas vem crescendo em média 6% ao ano. Elas são responsáveis por 40% do aumento das vendas de produtos práticos e em porções individuais;

    - Mais consumidores de meia-idade. Eles são mais ricos. Essa faixa etária corresponde a 43% da classe de renda mais alta (acima de dez salários mínimos) no total da população, são 23%. São também mais empreendedores: entre os maiores de 50 anos, 33% trabalham por conta própria, no conjunto da população, a proporção é de 19%.

    São esses consumidores que ditarão as regras de um mercado que está próximo de chegar a 1 trilhão de dólares por ano e, com crescimento médio de 4,7% ao ano (até 2020), estima possuir, nos próximos 15 anos, uma classe de 100 milhões de novos consumidores.

    Novo Consumidor. Nova comunicação.

    Essas mudanças no comportamento dos novos consumidores obrigarão as empresas a adaptar suas linhas de produtos às novas tendências de consumo. Também será imprescindível que as marcas reformulem a maneira como se comunicam. O grande desafio hoje é vender a um público super conectado (internet, celular), mais consciente e mais preocupado com o seu dinheiro, mas que continua querendo comprar as marcas líderes das categorias. É preciso saber muito bem “como” e “onde” comunicar-se com o seu público para se ter um nível de competitividade mais elevado e conseguir conquistar o consumidor.

    2011 inicia uma nova década que terá consumidores cada vez mais conectados, informados, conscientes e exigentes. Portanto, trace os seus objetivos, elabore o seu plano de ações de comunicação e marketing e fique sempre atento às tendências e oportunidades do mercado para potencializar os seus negócios.

    Feliz 2011!

    Fontes:

    http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/desenvolvimento/conteudo_276889.shtml

    http://www.slideshare.net/bertolla/a-nova-classe-c

    http://www.profcordella.com.br/unisanta/textos/emp22_consumidor_brasileiro_tendencias.htm

    http://www.istoe.com.br/reportagens/117225_PRONTO+PARA+LEVANTAR+VOO

    http://www.administradores.com.br/informe-se/administracao-e-negocios/novo-consumidor-exige-uma-nova-comunicacao/35682/

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    A mescla de uma crescente compreensão do potencial das mídias sociais por parte das empresas, as novas tecnologias e o ingresso massivo de adeptos ao mundo das redes sociais, além da expansão da banda larga e o próprio comportamento do internauta, indicam grandes transformações do mundo digital. Atenta a esse “movimento” constante, a e.life realizou um apanhado e identificou oito importantes tendências para o ano que se aproxima. Acompanhe um resumo de cada uma delas logo abaixo:
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    O começo do fim do Orkut?

    Este ano o Orkut deixou de ser líder na Índia e a e.life acredita que em 2011 será a vez do Brasil de assistir o começo do êxodo dos usuários do Orkut para o Facebook. À medida que a plataforma de Zuckerberg avança no mundo, paralelo à crescente inclusão do Brasil em campanhas de marcas globais, mais consumidores se registarão no Facebook, levando em paralelo uma legião de amigos. O efeito será sentido pelo líder absoluto brasileiro nas redes sociais.
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    A ascensão do atendimento ao consumidor nas redes sociais

    Na metade do ano 2000 áreas de atendimento das empresas viram o canal e-mail tornar-se um dos preferidos pelos consumidores. No início dessa nova década uma revolução nada silenciosa que começou com os blogs agora toma conta de cada pedaço do que se chamou mídia social. Milhões de brasileiros no próximo ano vão reclamar do banco, da companhia de telefone, do supermercado e de tantos outros serviços. A diferença é que no ano que vem muito mais empresas estarão “lá” para ouvi-los e atendê-los.
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    Marcas anunciam para os brasileiros no Twitter

    Provavelmente já no segundo trimestre de 2011 agências brasileiras terão um novo desafio: criar microanúncios para o microblog que mais cresce no mundo. O Twitter ainda não revelou todos os detalhes de sua oferta de venda de publicidade. Entretanto, já se sabe que para cadastrar potenciais anunciantes, dois formatos estarão disponíveis: tweets patrocinados e trends patrocinados.
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    Web sites irrelevantes

    Com a migração das empresas para as redes sociais os sites corporativos e de produtos se tornarão cada vez mais irrelevantes e muitas empresas irão concentrar suas estratégias on-line em redes sociais mais populares – como Twitter e Facebook. A migração tornará mais fácil mensurar as estratégias digitais, mas em contrapartida as empresas precisarão estar mais dispostas ao diálogo. Caso contrário, crises nestes ambientes fechados serão mais frequentes. Algumas empresas não abandonarão seus sites corporativos, mas os tornarão mais conectados às redes sociais em 2011.
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    Insights em real time

    As áreas de inteligência e as empresas de pesquisa de mercado irão finalmente descobrir as redes sociais, porém vão aprender rapidamente que elas requerem entregas de insights em tempo real, cada vez mais rápido. As redes sociais vão produzir um novo tipo de analista de mercado que precisará usar software que entregue insights em tempo real, como o e.life TweetMeter, por exemplo. Relatórios longos, de produção demorada e com periodicidades muito longas ficarão ultrapassados. A pesquisa precisará acompanhar o timing das redes sociais para entregar insights cada vez mais pontuais.
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    Foco maior no pré-compra

    As empresas irão prestar mais atenção no comportamento de compra dos consumidores nas redes sociais, mapeando não apenas o pós-compra (a monitoraçao de buzz negativo), como acontece hoje, mas a intenção de compra da categoria ou de marcas. A monitoração da intenção de compra permitirá as empresas compreenderem quais os aspectos os consumidores mais valorizam na categoria, as percepções sobre cada marca e os influenciadores na decisão de compra (laços fortes, laços fracos, campanhas etc). Esta mudança de foco para o pré-compra criará, porém, a necessidade de associações de anunciantes e relacionamento com o consumidor produzirem um código de conduta para disciplinar a prospecção do consumidor nas redes sociais. Os dados de intenção de compra nas redes sociais também serão cruzados com outros dados, como vendas, visitas ao ponto de venda etc.
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    Fim das barreiras on-line/off-line

    Algumas agências já derrubaram as paredes entre seus departamentos on-line e off-line. A mudança gerará uma onda de aquisições de agências on-line e a contratação de profissionais desta área vai crescer pelas agências tradicionais. Mas o mais importante será a chegada das redes sociais aos pontos de venda físicos. Aguarde desde a simples sinalização do Twitter oficial da empresa no ponto de venda a aplicativos que permitirão o relacionamento do consumidor quando ele estiver na loja física.
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    Agora somente com uma mão

    Depois do touchscreen e o sucesso de smartphones e tablets, cada vez mais veremos dispositivos e ações com sensores de movimento. Desde aplicativos simples como web cam games, até ações mais sofisticadas utilizando tecnologias parecidas com o Kinect.
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    Fonte: AdNews
  • “A Federação das CDLs do Ceará lançará na próxima quinta-feira, dia 25, às 18 horas, na sede da CDL de Fortaleza, o primeiro Guia do Comércio Varejista, uma publicação que ficará à disposição dos empresários do Estado do Ceará como uma importante ferramenta de divulgação dos seus negócios.

    Do Guia. Participam do cadastro cerca de 6.117 empresas comerciais cearenses, trazendo informações como razão social, endereço completo, CNPJ, e-mail e site, nome do principal executivo da empresa, segmento de varejo da empresa, segundo a tabela da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE – IBGE), principais produtos comercializados e os números de telefone/fax das empresas.

    Editado em meio eletrônico (CD), o guia permite a consulta rápida por parte dos interessados. Além disso, o Guia do Comércio também será publicado na forma digital (internet) e impresso tipo catálogo, em cores, com 475 páginas, contendo, além das informações cadastrais, um conjunto de dados de interesse do comércio como endereços e atividades desenvolvidas pela Confederação Nacional das Câmaras de Dirigentes Lojistas (CNDL).

    A publicação traz ainda depoimentos de autoridades, os contatos das Câmaras de Dirigentes Lojistas (CDLs) de todas as Capitais do País, linhas de créditos e outras possibilidades de apoio ao desenvolvimento de empresas comerciais e teve o apoio importante da CDL de Fortaleza, Faculdade CDL, Agência de Desenvolvimento do Estado do Ceará (ADECE) e Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará (IPECE).

    O guia também se apresenta como uma vitrine para as empresas que desejarem a inserção de publicidade da marca e dos seus principais produtos comercializados. E poderá ser utilizado como fonte de pesquisa para os grandes fornecedores. O negócio cadastrado pode ser destacado de diversas formas, através de espaço em cores, destaque de logotipo em cores, anúncio de rodapé nas páginas do guia ou em diferentes tamanhos já previamente definidos comercialmente. ”

    SERVIÇO: Lançamento do I Guia do Comércio Varejista, no dia 25 de novembro, quinta-feira, às 18 horas, na sede da CDL de Fortaleza, Rua 25 de março, 882, Centro. Informações: (85) 3464.5592

    Fonte: Ceará é notícia

  • Cinco anos de estudo sobre o que é ser jovem e as consequências disso renderam o filme “Todos nós queremos ser jovens”.

    Criado pela empresa de pesquisa BOX1824, o vídeo reúne momentos marcantes e históricos sobre comportamento, atitudes, revoluções, propaganda, entretenimento e vários aspectos das gerações que se passam. O roteiro e direção: Lena Maciel, Lucas Liedke e Rony Rodrigues.

    Confira!

    Fonte: AdNews

  • Nova classe C é jovem, negra e magra, diz Ibope

    A classe C atingiu mais da metade da população brasileira em 2010, aponta pesquisa promovida pelo Ibope. De acordo com o levantamento, quase 100 milhões de pessoas compõem esta parcela da população.

    A nova classe média tem maioria jovem, negra e que sofre menos de problemas de excesso de peso que as classes mais ricas, aponta levantamento do Ibope.

    De acordo com o estudo “Classe C Urbana do Brasil: Somos iguais, Somos Diferentes”, essa fatia da população tem 32 milhões de pessoas com idade entre 12 e 64 anos em nove regiões metropolitanas no Brasil pesquisadas pelo instituto.

    “A nova classe C é predominantemente jovem, composta em sua maioria por afrodescendentes”, informa comunicado do Ibope. Em Salvador, por exemplo, 41% das pessoas que fazem parte dessa faixa da população são negros e, em Brasília, 22%.

    A população da classe C tem menos problemas com o peso em comparação com os mais ricos, segundo o Ibope, “decorrência direta de menos excessos na alimentação, somado a mais mobilidade física rotineira”, diz a pesquisa. Apenas 27% da classe C1 estão acima do peso, contra 31% da AB1.

    O levantamento do Ibope foi feito com base nas informações do Target Group Index, estudo do Ibope que analisa mais de 200 categorias de produtos junto a uma amostra de cerca de 20 mil indivíduos entre 12 a 64 anos nas principais regiões metropolitanas do Brasil.

    De acordo com o instituto, a amostra representa quase metade da população dentro da faixa etária pesquisada.

    “O homem dessa categoria tende a viver menos e as mulheres exercem mais responsabilidade sobre a família, têm mais autonomia socioeconômica e, consequentemente, de consumo”, diz Dora Câmara, responsável pela pesquisa. Na classe AB, segundo o Ibope, 25% das mulheres são chefes de familia. Na classe C, são 32%.

    Fonte: G1

  • Programa Ciclo de Debates, produzido pelo Centro Industrial do Ceará – CIC, foi criado com o propósito de divulgar e ampliar as discussões democráticos sobre as questões que afetam o desenvolvimento político, social e econômico do nosso país. Todas as semanas, o programa reúne autoridades, profissionais liberais e especialistas para discutir temas e buscar caminhos que levem à construção de uma nova consciência política e que incentivem a formação de novas lideranças.

    A Nova Classe Média Brasileira” é o tema do próximo programa que será exibido de 31/10 a 05/11, na TV Universitária (canal 14 NET) e TV Fortaleza (canal 06 NET), conforme programação no banner abaixo. Os entrevistados são a Economista do IPECE, Eloisa Bezerra, o Economista e Professor, Rodolfo Bezerra, a Socióloga e Cientista Política, Carla Michele, e o Diretor da LS Estratégia, Luiz Santos. Eles abordam a evolução desse grupo de pessoas que acaba de vencer a pobreza e se tornou a mais numerosa do país, com 100 milhões de pessoas, mais da metade da população brasileira, e que já detém a maior fatia da renda nacional. Os entrevistados analisam essa transformação, de acordo com sua área de especialização, e buscam entender qual o significado político e social desse fenômeno.

  • O jeito como os brasileiros frequentam os super e hipermercados mudou bastante nos últimos anos. Pesquisa feita nas principais cidades brasileiras pelo Ibope Inteligência, a pedido do POPAI Brasil, mostrou, por exemplo, que já chega a 1/3 a proporção de homens fazendo compras nessas lojas. Em 1998 o percentual era de apenas 16%. Tem mais – hoje 76% do público dos super e hipers trabalham, bem mais que os 58% de 1998.

    Outra mudança importante diz respeito à fidelidade às lojas. Atualmente só 15% dos consumidores vão às mesmas lojas todas as vezes. Bem diferente de 12 anos atrás, quando 6 em cada 10 brasileiros não trocavam de loja de jeito nenhum. A escolha do super ou hipermercado agora é muito influenciada pela conveniência. Prova disso é que 72% dos entrevistados elegem um local perto de casa e 55% um que seja perto do trabalho. Para terminar, vale dizer que pouca gente resiste àquelas comprinhas de última hora, decididas no impulso, lá mesmo na loja. Os produtos com maior índice de compra não planejada são, pela ordem, os salgadinhos, sementes torradas, frutas cristalizadas, cereais matinais e vestuário – item que ganha cada dia mais espaço nos hipermercados do país.

    Fonte: Blue Bus

  • Um panorama do consumo nas classes B e C

    A agência curitibana CCZ criou o projeto Lupas, que analisa, de forma bem interessante, o consumo dos brasileiros. O primeiro relatório se chama Liberdade, Igualdade, Infidelidade: o consumo nas classes B e C.

    Os estudos foram feitos com base nas mais variadas técnicas: entrevistas na casa do consumidor, grupos de discussão, observação no ponto de venda e muito mais.
    Assista o vídeo abaixo que traz alguns dados da pesquisa.

    Fonte: CHMKT