Cada vez mais as pequenas e médias empresas estão investindo em presença digital, apropriando-se das novas tecnologias e utilizando-as das mais variadas formas com o intuito final de obter lucro. Contudo, ainda são poucas aquelas que, de fato, estão entrando no meio online de maneira responsável, preocupando-se em compreender o processo que está por trás da invasão do digital para, então, aplicá-lo ao seu negócio.
Uma boa dica para as pequenas e médias empresas que pretendem investir em marketing digital é começar com a aplicação de quatro princípios considerados como os pilares fundamentais de ações em marketing digital: planejamento, conteúdo, relacionamento e monitoramento. Cada um deles merece, no mínimo, um post inteiro. Porém, este artigo fornece uma visão geral de cada um.
Este é o ponto chave e do qual dependem todos os demais. O planejamento irá fornecer a base para toda e qualquer ação de marketing – digital ou não. É um erro pensar que planejamento é algo que diz respeito apenas ao futuro. Um bom planejamento deve englobar aspectos do passado e do presente para, então, garantir o preparo adequado para enfrentar o futuro. Planejamento, portanto, é um exercício de paciência, que envolve cautela, estratégia e uma dose de intuição.
Uma das grandes dificuldades que se tem atualmente em termos de planejamento reside na necessidade de integração online/off-line. Muitas empresas enxergam no marketing digital uma fórmula mágica para seus problemas e esperam das agências, dos freelancers – ou seja lá de quem esteja responsável por isso no momento – ações que atendam aos seus utópicos objetivos, esquecendo que antes das ações, vem o planejamento e este precisa estar alinhado ao plano de marketing da empresa, plano este que muitas das pequenas e até médias empresas sequer possuem.
2. Conteúdo
Produzir e compartilhar conteúdo relevante para o seu público-alvo. E o que é ser relevante? Relevante é aquilo que tem importância, ou seja, algo que vai fazer a diferença quando o consumidor escolhe o que vai prestar atenção entre os diversos conteúdos concorrentes em seu mural do Facebook ou na timeline do Twitter. A relevância é o que faz a diferença entre o curtir ou não uma determinada publicação, entreretwittar ou não um determinado link, ou mesmo emitir ou não um comentário. Em suma, é o que gera o engajamento. Assim, como a relevância difere de pessoa para pessoa, conhecer o seu público-alvo é fundamental.
3. Relacionamento
Antes um bom bar ou restaurante era aquele em que os garçons sabiam o nome do cliente e, de quebra, seu pedido mais habitual. Nas mídias sociais pode-se reproduzir de certa forma esse ambiente, na medida em que é possível – através de mensuração e monitoramento – conhecer melhor o seu público-alvo por meio do que ele compartilha, de como interage, o que pensa, o que gosta ou não. Além disso, o relacionamento é eficiente quando o cliente é “ouvido” e tem respostas rápidas e eficazes aos seus pedidos. As marcas precisam – antes de imaginar grandiosas ações, ou o que é mais comum atualmente, excelentes virais – se preocupar em construir relacionamentos com seus consumidores.
Ainda falando em relacionamento, é preciso entender também que relacionamento não se faz apenas por meio de redes sociais. Facebook, Orkut, Twitter, Youtube, etc., são excelentes formas de se estar presente no universo digital dos clientes, porém não são as únicas. O investimento e as ações em redes sociais devem estar alinhados a uma estratégia maior, que pode incluir e-mail marketing, SEO, games, entre outras. E as estratégias digitais, por sua vez, devem estar alinhadas com o plano de marketing da empresa.
4. Monitoramento
Parte fundamental do processo, o monitoramento engloba as métricas e a importância de se ter dados confiáveis e mensuráveis para avaliar o retorno concreto das ações de marketing digital. As métricas podem ser obtidas por meio de diversas ferramentas, grande parte delas fornecidas gratuitamente pelo Google. Além disso, o monitoramento deve ser segmentado, ou seja, incluir o monitoramento da marca, monitoramento da concorrência e monitoramento de mercado.
Como se vê, presença digital não se resume a ter um site ou, o que é pior, um e-mail e um Twitter “para promoções e sorteios”. Estar, de fato, presente no ambiente digital, não é algo tão simples como se imagina e requer atenção, conhecimento e investimento para, de fato, dar retorno. Nesse sentido, talvez a dica mais útil que se possa oferecer às pequenas e médias empresas com relação ao uso dos meios digitais é: não caia na tentação do “faça você mesmo”, busque um profissional.
Qualquer um pode fazer um sorteio e conseguir muitos seguidores para um perfil do Twitter ou curtidas em uma fanpage no Facebook, mas a verdadeira pergunta é: será que eles continuarão a se interessar pela sua empresa depois que os sorteios acabarem?
Fonte: Blog Mídia8
O Brasil é o oitavo país do mundo em número de internautas (40,5 milhões), que passam em média 26,4 horas por mês na web, segundo a ComScore, empresa de monitoramento de internet. Os brasileiros ultrapassam a média mundial (22,6) e a média da América Latina (24,3) em número de horas plugados a cada mês.
A utilização da internet fica mais concentrada nas buscas e navegação em geral, e também nas redes sociais. No Brasil, o Orkut é ainda o campeão em número de visitantes únicos (32,41 milhões em fevereiro/2011) mas cresceu apenas 2,85% em seis meses, enquanto o Facebook experimentou por aqui estrondosos 65,7% de crescimento — 45,5% apenas nos dois primeiros meses de janeiro deste ano.
Empresas brasileiras devem aproveitar esse apetite nacional pela internet, prestando atenção em algumas tendências ligadas ao consumo.
1. Mobile + social + local
O celular será nossa porta de entrada para o mundo. Cada vez mais, aplicativos facilitarão a comunicação, as transações comerciais, a integração com as redes sociais, a busca por informações locais e o georreferenciamento.
Quase 45% dos usuários brasileiros usam o celular para acesso à web, segundo estudo da e.Life. Um ano atrás, eram somente 34%. O índice tende a aumentar com base em dois fatos:
Fato número 1: as vendas de smartphones e tablets serão maiores, este ano, do que a de latptops e PCs.
Fato número 2: já começaram a surgir redes sociais baseadas unicamente no celular, como a Path e a Color, cujo intento é estimular as pessoas a compartilhar momentos em tempo real colocando fotos online.
As empresas que não desenvolverem plataformas mobile para seus produtos e serviços podem ficar para trás.
2. As pessoas escolherão o conteúdo que querem consumir
Crescerá o valor da curadoria, ou seja a capacidade para selecionar o que interessa dentro de um mar de conteúdos gerados por qualquer pessoa. A quantidade de informações hoje na web torna essa tarefa indispensável, apesar de ser complexa e exigir competências como foco e discernimento.
3. Tecnologia = pessoas + conectividade
Somos o “homo conectus”. Não existe mais separação entre online e offline. As pessoas querem estar conectadas 24 horas por dia, 7 dias por semana, e usarão todos os recursos para isso – de lan houses a iPhones (o que significa que mesmo as classes sociais menos abonadas dão um jeito).
Isso também leva a um compartilhamento cada vez mais intenso, às vezes sem que as pessoas pensem em privacidade e sem lembrar que a memória do Google e de outras ferramentas de busca é indelével.
4. As empresas se preocuparão mais com o feedback social e o consumo de nicho
O que as pessoas buscam online? Comunicação, conexão, entretenimento e educação/cooperação. Redes sociais de nicho, sobre temas específicos, tendem a prosperar porque reúnem todos esses elementos.
Empresas tendem a reforçar sua presença em canais como YouTube e Flickr, a fim de compartilhar conteúdo que tenha viés de entretenimento também, com isso chamando mais a atenção dos consumidores.
Compartilhar conhecimento e oferecer conteúdo e aconselhamento de graça é outro forte fator de sucesso para as empresas em sua presença nas mídias sociais.
Para terminar, um último ponto: se a internet é natural para as pessoas, também deve ser para as empresas.
Fonte: Exame
Levantamento da Pesquisa Marketing Visão 360º, realizada pelo Mundo do Marketing em parceria com a TNS Research International, aponta que 90% das empresas no país realizam algum tipo de ação de marketing digital.
E-mail marketing lidera o ranking, é a ação mais realizada pelas empresas, presente em 80% delas, seguido por redes sociais com 67%, Links Patrocinados com 53% e anúncios em sites segmentados, com 45%.
A edição 2010 da pesquisa entrevistou 372 profissionais das áreas de marketing e planejamento de empresas nacionais e multinacionais dos setores de serviços, varejo, agência de publicidade, bens de consumo, consultorias, agência digital e bens duráveis. 85% dessas empresas são brasileiras e 54% são de pequeno porte.
Para Walter Sabini Junior, CEO da VIRID Interatividade Digital, empresa especializada em envio e gestão de email marketing, a pesquisa reitera a notoriedade do email marketing no planejamento de marketing das companhias.
“Trabalhamos com email marketing desde 2006 e pudemos acompanhar toda a evolução desse canal, enfatizando a importância das boas práticas e da relevância de conteúdo. Formamos empresas em relação ao aculturamento no bom relacionamento digital que deve existir e o email marketing caminha rumo à consolidação. A pesquisa foi fiel a um objetivo que buscávamos e comprova a efetividade das ações digitais por esse meio”, explica Sabini.
“O e-mail marketing continua sendo a ferramenta mais importante dentro do marketing digital, mesmo com todo o potencial das estratégias SEO e SEM e de mídias sociais. É uma ação certa de que o usuário irá receber a propaganda, e ao menos passar o olho por ela. Pode ser que algo interesse momentaneamente, ou que lhe venha à memória algum tempo mais tarde”, afirma Bruno Mello, editor executivo do Mundo do Marketing.
As redes sociais, SEM e SEO
Cerca de 66% das empresas estão presentes com ações de marketing nas redes sociais. 92% delas utilizam o Twitter, 69% estão presentes no Facebook e 58% no Orkut. Além disso, da parcela das empresas que não utilizam as redes sociais, 64% entrarão a partir de 2011.
“As ações interativas ganham cada vez mais importância nas estratégias digitais das empresas, uma vez que notamos grande parte delas investindo em ações nas redes sociais. Como o brasileiro utiliza muito as redes sociais, é um caminho natural para as empresas. As redes sociais estão sendo usadas não apenas como plataforma para realização das ações, mas também para monitorar o que está sendo falado na rede sobre as marcas”, completa Bruno Mello.
No campo da otimização em buscadores, as ações de marketing consideradas mais efetivas são as campanhas SEM (Search Engine Marketing) com 51%, seguidas por SEO (Search Engine Optimization) com 47% e Links Patrocinados, com 39%.
O futuro do mobile marketing
As ações de mobile marketing prometem ganhar mercado em 2011. Em fase de desenvolvimento, somente 22% das empresas realizaram alguma ação em 2010. Porém, a expectativa é que 54% das empresas devam usar a ferramenta esse ano.
Fonte: AdNews
Por Camila Carrano
As mídias sociais têm afetado a forma como fazemos negócios e através dessas ferramentas as empresas perceberam que, para atingir seus clientes, precisam oferecer grandes possibilidades de conexão e de diálogos com as partes interessadas. Mas a dificuldade está em como fazer isso e manter essas conversações de forma produtiva.
Pensando nisso, elaborei 7 passos fundamentais para manter as conversações nas mídias sociais e melhorar o relacionamento com o público-alvo da sua empresa.
Os 7 passos fundamentais das conversações
Passo 1: É preciso deixar claro por que a mídia social é o caminho certo para sua empresa e quais os objetivos você está esperando obter com isso. Ou seja, é necessário traçar um plano elaborado e quem vai executá-lo.
Passo 2: Depois do plano das atividades de mídias sociais pronto, deve-se elaborar as políticas de posicionamento e comunicação da empresa dentro do negócio. É necessário informar todos os envolvidos da forma de conduta das conversações. Isto significa que todos os funcionários serão informados sobre como lidar com uma presença de mídia social.
Passo 3: Pesquisa é essencial. É necessário o monitoramento e rastreamento de sua marca para saber o que já estão falando sobre sua empresa.
Passo 4: Detectar quais comunidades e plataformas são as melhores para o seu negócio. Para isso, é necessário identificar o seu público-alvo online. Analisar as formas de interação é um forte ponto para conseguir manter diálogos com seus clientes.
Passo 5: Seja consistente. Mantenha atividades regulares para fidelizar seu público-alvo. Rotinas fazem as pessoas se sentirem mais seguras, porém, o fator surpresa deve ser utilizado para causar impacto em momentos especiais.
Passo 6: Nem tudo é sobre você. As mídias sociais possuem plataformas que criam conversações. Não faça monólogos, busque as respostas dos seus clientes e tenha também respostas rápidas.
Passo 7: Interação e participação. Pense em palavras como educar, informar, divertir e entreter ao tentar chegar nos seus clientes. É preciso ser transparente e humano a fim de demonstrar e manter uma certa identidade.
Finalmente, quando está presente nas mídias sociais, você precisa estar ciente de que seus objetivos para alcançar as partes interessadas online estão alinhados com seus objetivos de negócio. É preciso que haja coerência entre estes objetivos de manter uma identidade corporativa.
Planejando o marketing digital da sua empresa para 2011? Seguem abaixo alguns dos principais números de mercado para focar e embasar suas ações. Os dados foram extraídos de diversas pesquisas publicadas ao longo de 2010.
• 94% dos internautas fazem compras online no Brasil. ComScore;
• 61% dos consumidores que fazem compras online são das classes A e B. Ibope Mídia.
• 48% dos e-consumidores tem entre 25 e 44 anos; 15% entre 15 a 19 anos; 17% (20 a 24 anos); 13% (45 a 54 anos); 6% (55 a 66 anos). Ibope Mídia
• 37% dos e-consumidores e concentram entre São Paulo e Rio de Janeiro. Ibope Mídia
• Brasil já possui 246 sites de compras coletivas. Bolsa de Ofertas
• Consumidor acessa internet 3 vezes em média para pesquisar produto antes da compra. McKinsey
• Até 2014, verba de marketing digital deve chegar a 19% do orçamento de marketing das empresas, ante os 10% em 2010, representando crescimento de 90%.
• 60% dos internautas aprovam que empresas usem redes sociais para divulgar produtos e serviços e 70% aprovam uso para comunicação com os clientes e consumidores.
• E-Commerce fecha 2010 com faturamento de R$ 15 bilhões e crescimento de 40% em relação ao ano anterior. Para 2011, expectativa é crescimento de 35%. E-Bit
• 33% das mulheres da chamada nova classe média digital no Brasil, Argentina e México já preferem internet à TV. Razorfish/Terra
• 49% das principais empresas da América Latina usam pelo menos uma das plataformas das redes sociais. Burson Mastellers
• 15% dos brasileiros usam redes sociais no trabalho, tanto para finas pessoais quanto profissionais. Em relação ao Twitter, esse número sobe para 20%. IDC
• Apenas 7% dos empresários brasileiros considera indispensável participar das redes sociais. Ibramerc
• Brasileiro tem em média 273 amigos nas redes sociais. Ibope Mídia
• No Brasil, apenas 36% das grandes e médias empresas está presente nas redes sociais. Destes, 45% não atualiza o perfil da empresa no Twitter e 30% não dialoga com seus consumidores. mWeb
• Empresas que investem em redes sociais tem crescimento de até 18% no faturamento. Altmer Group/Business Week
• 87% dos brasileiros estão nas redes sociais.
• 71% dos e-consumidores fizeram alguma compra depois de ter recebido mensagem de e-mail marketing. Dinamize
Fonte: Artigos E-Commerce
Maioria nas redes sociais, mulheres aceitam melhor as propagandas
Brasileiras são maioria também nas redes sociais, além de serem mais receptivas às intervenções publicitárias dentro das plataformas. O estudo Digital Life, realizado pela TNS e repercutido pelo IDGNow!, mostra que elas passam pelo menos sete horas por semana nesse tipo de site, enquanto os homens ficam cerca de seis horas por lá.
A empresa fez um levantamento em 46 países, entre eles o Brasil, e revelou que somente 8% das mulheres se sentem mal com as ações das marcas em sites como Twitter, Facebook e Orkut; já entre os homens esse índice sobe para 19%.
As brasileiras também mostram às empresas o quanto precisam prestar atenção em suas campanhas digitais, já que a maioria delas assiste televisão enquanto navega pela internet. Isso faz com que elas busquem na web mais informações sobre produtos que acabaram de ver na telinha. Cerca de 92% das brasileiras presentes na rede acompanham TV e internet, além de checar constantemente os e-mails. Destas, 83% procuram saber mais sobre os produtos cujos comerciais lhes chamaram a atenção.
Na internet, elas se interessaram mais por cosméticos (30%), roupas (26%), perfumes (24%), calçados (21%) e produtos de higiene e de cuidados para bebês (12%). “Entender o comportamento de compra do público feminino no meio digital é um grande desafio para a maioria das empresas que têm produtos e serviços direcionados a esse segmento”, diz a TNS.
Fonte: Adnews
Para empresas, sites, blogs ou público em geral, cada um com seus objetivos, as vendas nas redes sociais ocorrem de forma indireta.
Por Ricardo Euclydes Nazar
As redes sociais são uma boa ferramenta de marketing para as empresas – mas elas vendem?
Você vai dizer que o foco das redes sociais não é a venda e sim a comunicação (interação) com os clientes e potenciais clientes do seu negócio. Concordo totalmente e tenho tido ótimos resultados com essa forma de trabalho. Mas, elas vendem ou não?
As redes sociais podem ser usadas de diversas maneiras por uma empresa, sites, blogs e por pessoas que não têm um objetivo “comercial” envolvido. Vejamos:
Empresas
As empresas podem ter como objetivo, ao aderir as redes sociais, fazer um atendimento rápido aos seus clientes e monitorar as suas marcas, com o intuito de antecipar alguns fatos indesejáveis ou até mesmo de servir de termômetro de como sua marca/produto está posicionado e sendo visto pelo mercado. Tem também a possibilidade de interagir com o seu público alvo, com promoções, concursos, sorteios, conversas, participações em discussões onde o tema esteja relacionado a um assunto que esteja ligado a sua empresa ou em qualquer outra forma de interação.
Sites e blogs de conteúdo
Já os sites e blogs de conteúdo têm pontos que se assemelham aos objetivos das empresas, diferenciando no fato que o produto “vendido” é o conteúdo (artigos, post, vídeos…) gerado, que, assim como um produto físico ou uma prestação de serviço, deve ser de qualidade e diferenciará um site/blog bom de um ruim, um de sucesso e um fracassado. A interação com o público também é fundamental.
Público em geral
As pessoas, diferentemente das empresas, site ou blogs têm diversos objetivos ao usar as redes sociais, podendo ser para descontrair, passar o tempo, divertir, conversar com os amigos, fazer o network e muitas outras coisas que variam de acordo com o tempo disponível de cada um ou da criatividade para uso dessas plataformas.
Agora você deve estar se perguntando o porquê do título desse artigo, quando deveria ser algo como “A importância da interação nas redes sociais”. Mas, fiz essa introdução para responder.
Para empresas, sites, blogs ou público em geral as redes sociais vendem, mas não da forma direta, as vendas nas redes sociais ocorrem de forma indireta. Abaixo mostro como cada um vende o que tem a oferecer nessa ambiente social.
Como é com as empresas?
As empresas vendem seus produtos de várias formas, sendo que a venda inicia no momento em que você começa a interagir com seus seguidores, a oferecer conteúdo importante, que os direcionem para seu site ou que fortaleçam sua empresa.
E também quando você cria novidades que gerem uma maior visualização da sua marca, seja com vários RT no Twitter, pelo compartilhamento de informações, pelo botão curtir no Facebook ou em comunidades no Orkut.
Nesta visão, as vendas são consequências da interação da sua empresa e marca com o seu público. Tenho tido resultados bastante favoráveis com as redes sociais Facebook, Twitter e Orkut e vendido muito, sem em nenhum momento precisar divulgar os produtos da empresa, apenas conversando com o público.
São várias as vezes que me deparei com vendas provenientes dessas redes, sem mesmo precisar ter contato direto com o comprador, visto nos relatórios do Google Analytics (ferramenta gratuita que permite análises do seu site). Em outros casos tivemos vendas onde o seu início começou nessas plataformas, mas, depois continuamos por outros meios (e-mail, telefone, chat).
E com os sites e blogs?
Da mesma forma que a empresa precisa interagir com o seu público, mas o foco não é a venda de produtos e sim de publicidade ou outros meios (ex. e-book com dicas), sendo o ponto principal angariar visitantes ao seu site para vender a publicidade, seja ela por meio de programa de afiliados ou por venda de pacotes publicitários para empresas.
Assim, da mesma forma que uma empresa, seu site terá que estar sempre em contato com seu nicho e gerando conteúdo de qualidade. Na verdade a primeira coisa que você terá que vender é o seu conteúdo. Trabalhe bons títulos – o título nesse ponto é de fundamental importância, pois é a porta de entrada para o conteúdo.
Até aí tudo bem, mas uma pessoa, o que ela venderia?
Com essas mudanças na internet e devido a grande influência da web 2.0 as empresas estão contratando e analisando as pessoas nas redes sociais. Assim, as pessoas também “vendem” a sua marca pessoal (ou marketing pessoal) para as outras pessoas ou empresas. Uma rede social muito usada para isso é o Linkedin.
E se você não está a procura de um emprego, fica a dica, continue mantendo sua marca pessoal e fique atento ao que se fala nas redes. Já existem várias casos de demissões por conta de comentários na web e não foram contratadas pessoas que participam de determinadas comunidades no Orkut. Eu, como empresa, não iria querer contratar uma pessoa que participa de uma comunidade, por exemplo, chamada “Eu sou muito preguiçoso”.
A sétima edição do levantamento sobre internet no Brasil, realizado semestralmente pela F/Nazca, quantificou o número de brasileiros que acessam a internet, considerando os locais e períodos de acesso, navegação, compras online, transversalidade das mídias e consumo de notícias, além de explorar pela primeira vez o universo dos jogos eletrônicos.
Entre a população brasileira com mais de 12 anos, 54% costumam acessar a internet, isto é, 81,3 milhões de pessoas. O principal local de acesso é a lan house, com 31%, seguido da própria casa, com 27%, e da casa de parente de amigos, com 25%. Eles também são os que mais tempo passam conectados em cada acesso – em média 3 horas por dia – e os que mais costumam postar conteúdo de própria autoria, 57%, sendo que 30% para se relacionar, principalmente pelo Orkut (40%) e pelo MSN (32%).
A pesquisa revelou que 60% dos internautas brasileiros já substituíram a plataforma tradicional (TV, rádio ou cinema) para assistir ou ouvir programas ou filmes. Daqueles que têm o costume de navegar na rede, na faixa de 12 a 24 anos, 38% já assistiram a alguma novela, filme, reality show, evento esportivo ou seriado na internet, em vez de consumi-los no televisor, percentual semelhante àqueles que o fizeram com programas de rádio. Já em relação ao cinema, o número cai para 27% na mesma faixa etária.
O estudo da F/Nazca identificou ainda que a maioria dos brasileiros, 59%, prefere consultar notícia na TV. Entre aqueles que apontaram a rede como meio preferencial para consumir notícia, isto é, 22% da população brasileira, ferramentas de busca, como o Google, figuram como principal fonte, com 55% das citações. Em segundo lugar aparecem as redes sociais, representadas por YouTube, Orkut e Twitter, juntas totalizando 51%. Portais, meios notadamente jornalísticos, ocupam apenas o terceiro lugar, lembrados por 37% daqueles que gostam mais de se atualizar sobre as notícias pela internet.
A influência da internet e dos internautas no consumo vem crescendo progressivamente no País, entre os com 12 anos ou mais. Nessa faixa, 23% costumam comprar online, com uma média de 4,2 vezes ao ano, enquanto 41% se sentem mais consumistas depois que começaram a usar a internet. Entre os artigos mais comprados online estão os eletrônicos (11%), seguidos de livros (6%) e eletrodomésticos (5%). Em contrapartida, 77% dos internautas não costumam comprar online, por medo de não receber ou de a entrega da encomenda atrasar (33%). O boca a boca virtual influencia os internautas nas compras – 48% levam em consideração a opinião de outros consumidores publicadas na internet antes de comprar.
Segundo a pesquisa, 42% da população com mais de 12 anos joga pelo celular (29%), pelo computador (27%) e pelo videogame (23%); 48% dos que jogam o fazem online e só 15% compram jogos oficiais. Celular é a plataforma de maior assiduidade: aqueles que jogam pelo telefone móvel o fazem em média 3,6 dias por semana, frequência bem próxima à média de acesso à internet no País, de 3,9 dias semanais.
Metade dos jogadores jogam online, principalmente pelo computador, em sites na internet. Os mais ricos jogam mais pelo computador e online – 73% dos jogadores de classe AB –, enquanto aqueles de menor renda se divertem mais pelo celular e offline – 69% dos jogadores de classe DE. O levantamento atestou ainda que o futebol é o esporte mais popular do País também no mundo eletrônico e que apenas 15% dos jogadores compram jogos oficialmente. Aqueles oferecidos gratuitamente pelas operadoras de telefonia são a principal forma de acesso a jogos eletrônicos no País, com 36% de citações entre aqueles que jogam.
“No nosso desafio diário de envolver e emocionar o consumidor, a diversão é um recurso valioso, principalmente para dialogar com as novas gerações, cada vez mais plugadas e móveis. Mas curiosamente os games são uma plataforma de relacionamento tão promissora quanto inexplorada pelas marcas, seja como mídia, seja como conteúdo”, considera Fernand Alphen, diretor de planejamento da F/Nazca.
A F/Nazca realiza a pesquisa sobre internet desde o início de 2007. No levantamento de abril deste ano, foram feitas 2.247 entrevistas em 143 municípios. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, dentro de um nível de confiança de 95%. O desenho amostral foi elaborado com base em informações do Censo 2000 e estimativas de 2009 do IBGE.
Fonte: AdNews
“A Federação das CDLs do Ceará lançará na próxima quinta-feira, dia 25, às 18 horas, na sede da CDL de Fortaleza, o primeiro Guia do Comércio Varejista, uma publicação que ficará à disposição dos empresários do Estado do Ceará como uma importante ferramenta de divulgação dos seus negócios.
Do Guia. Participam do cadastro cerca de 6.117 empresas comerciais cearenses, trazendo informações como razão social, endereço completo, CNPJ, e-mail e site, nome do principal executivo da empresa, segmento de varejo da empresa, segundo a tabela da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE – IBGE), principais produtos comercializados e os números de telefone/fax das empresas.
Editado em meio eletrônico (CD), o guia permite a consulta rápida por parte dos interessados. Além disso, o Guia do Comércio também será publicado na forma digital (internet) e impresso tipo catálogo, em cores, com 475 páginas, contendo, além das informações cadastrais, um conjunto de dados de interesse do comércio como endereços e atividades desenvolvidas pela Confederação Nacional das Câmaras de Dirigentes Lojistas (CNDL).
A publicação traz ainda depoimentos de autoridades, os contatos das Câmaras de Dirigentes Lojistas (CDLs) de todas as Capitais do País, linhas de créditos e outras possibilidades de apoio ao desenvolvimento de empresas comerciais e teve o apoio importante da CDL de Fortaleza, Faculdade CDL, Agência de Desenvolvimento do Estado do Ceará (ADECE) e Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará (IPECE).
O guia também se apresenta como uma vitrine para as empresas que desejarem a inserção de publicidade da marca e dos seus principais produtos comercializados. E poderá ser utilizado como fonte de pesquisa para os grandes fornecedores. O negócio cadastrado pode ser destacado de diversas formas, através de espaço em cores, destaque de logotipo em cores, anúncio de rodapé nas páginas do guia ou em diferentes tamanhos já previamente definidos comercialmente. ”
SERVIÇO: Lançamento do I Guia do Comércio Varejista, no dia 25 de novembro, quinta-feira, às 18 horas, na sede da CDL de Fortaleza, Rua 25 de março, 882, Centro. Informações: (85) 3464.5592
Fonte: Ceará é notícia
Até o final deste ano, cerca de um terço da população mundial terá acesso à internet. O número promete ultrapassar a barreira dos dois bilhões de usuários, deixando 71% da população dos países desenvolvidos online, ante 21% da população nos países em desenvolvimento. As informações foram divulgadas pela Agência das Nações Unidas nesta terça-feira (19).
Os apontamentos da União Internacional de Telecomunicações (UIT) revelam que o número de internautas dobrou nos últimos cinco anos. Os dados mostram ainda que os países desenvolvidos concentram 162 milhões dos 226 milhões de usuários.
A evolução, no entanto, exigirá aos países mais desenvolvimento das ferramentas para disponibilizar a banda larga que, segundo Hamadoun Touré – secretário geral da UIT -, será o próximo ponto de inflexão. “A banda larga será a próxima tecnologia verdadeiramente transformadora, ela pode gerar empregos, propelir o crescimento e a produtividade e dar base à competitividade econômica em longo prazo.”
Fonte: AdNews
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