Nova classe C é jovem, negra e magra, diz Ibope
A classe C atingiu mais da metade da população brasileira em 2010, aponta pesquisa promovida pelo Ibope. De acordo com o levantamento, quase 100 milhões de pessoas compõem esta parcela da população.
A nova classe média tem maioria jovem, negra e que sofre menos de problemas de excesso de peso que as classes mais ricas, aponta levantamento do Ibope.
De acordo com o estudo “Classe C Urbana do Brasil: Somos iguais, Somos Diferentes”, essa fatia da população tem 32 milhões de pessoas com idade entre 12 e 64 anos em nove regiões metropolitanas no Brasil pesquisadas pelo instituto.
“A nova classe C é predominantemente jovem, composta em sua maioria por afrodescendentes”, informa comunicado do Ibope. Em Salvador, por exemplo, 41% das pessoas que fazem parte dessa faixa da população são negros e, em Brasília, 22%.
A população da classe C tem menos problemas com o peso em comparação com os mais ricos, segundo o Ibope, “decorrência direta de menos excessos na alimentação, somado a mais mobilidade física rotineira”, diz a pesquisa. Apenas 27% da classe C1 estão acima do peso, contra 31% da AB1.
O levantamento do Ibope foi feito com base nas informações do Target Group Index, estudo do Ibope que analisa mais de 200 categorias de produtos junto a uma amostra de cerca de 20 mil indivíduos entre 12 a 64 anos nas principais regiões metropolitanas do Brasil.
De acordo com o instituto, a amostra representa quase metade da população dentro da faixa etária pesquisada.
“O homem dessa categoria tende a viver menos e as mulheres exercem mais responsabilidade sobre a família, têm mais autonomia socioeconômica e, consequentemente, de consumo”, diz Dora Câmara, responsável pela pesquisa. Na classe AB, segundo o Ibope, 25% das mulheres são chefes de familia. Na classe C, são 32%.
Fonte: G1
O Programa Ciclo de Debates, produzido pelo Centro Industrial do Ceará – CIC, foi criado com o propósito de divulgar e ampliar as discussões democráticos sobre as questões que afetam o desenvolvimento político, social e econômico do nosso país. Todas as semanas, o programa reúne autoridades, profissionais liberais e especialistas para discutir temas e buscar caminhos que levem à construção de uma nova consciência política e que incentivem a formação de novas lideranças.
“A Nova Classe Média Brasileira” é o tema do próximo programa que será exibido de 31/10 a 05/11, na TV Universitária (canal 14 NET) e TV Fortaleza (canal 06 NET), conforme programação no banner abaixo. Os entrevistados são a Economista do IPECE, Eloisa Bezerra, o Economista e Professor, Rodolfo Bezerra, a Socióloga e Cientista Política, Carla Michele, e o Diretor da LS Estratégia, Luiz Santos. Eles abordam a evolução desse grupo de pessoas que acaba de vencer a pobreza e se tornou a mais numerosa do país, com 100 milhões de pessoas, mais da metade da população brasileira, e que já detém a maior fatia da renda nacional. Os entrevistados analisam essa transformação, de acordo com sua área de especialização, e buscam entender qual o significado político e social desse fenômeno.
O jeito como os brasileiros frequentam os super e hipermercados mudou bastante nos últimos anos. Pesquisa feita nas principais cidades brasileiras pelo Ibope Inteligência, a pedido do POPAI Brasil, mostrou, por exemplo, que já chega a 1/3 a proporção de homens fazendo compras nessas lojas. Em 1998 o percentual era de apenas 16%. Tem mais – hoje 76% do público dos super e hipers trabalham, bem mais que os 58% de 1998.
Outra mudança importante diz respeito à fidelidade às lojas. Atualmente só 15% dos consumidores vão às mesmas lojas todas as vezes. Bem diferente de 12 anos atrás, quando 6 em cada 10 brasileiros não trocavam de loja de jeito nenhum. A escolha do super ou hipermercado agora é muito influenciada pela conveniência. Prova disso é que 72% dos entrevistados elegem um local perto de casa e 55% um que seja perto do trabalho. Para terminar, vale dizer que pouca gente resiste àquelas comprinhas de última hora, decididas no impulso, lá mesmo na loja. Os produtos com maior índice de compra não planejada são, pela ordem, os salgadinhos, sementes torradas, frutas cristalizadas, cereais matinais e vestuário – item que ganha cada dia mais espaço nos hipermercados do país.
Fonte: Blue Bus
Até o final deste ano, cerca de um terço da população mundial terá acesso à internet. O número promete ultrapassar a barreira dos dois bilhões de usuários, deixando 71% da população dos países desenvolvidos online, ante 21% da população nos países em desenvolvimento. As informações foram divulgadas pela Agência das Nações Unidas nesta terça-feira (19).
Os apontamentos da União Internacional de Telecomunicações (UIT) revelam que o número de internautas dobrou nos últimos cinco anos. Os dados mostram ainda que os países desenvolvidos concentram 162 milhões dos 226 milhões de usuários.
A evolução, no entanto, exigirá aos países mais desenvolvimento das ferramentas para disponibilizar a banda larga que, segundo Hamadoun Touré – secretário geral da UIT -, será o próximo ponto de inflexão. “A banda larga será a próxima tecnologia verdadeiramente transformadora, ela pode gerar empregos, propelir o crescimento e a produtividade e dar base à competitividade econômica em longo prazo.”
Fonte: AdNews
As redes sociais, que antes se mantinham distante dos escritórios das empresas, passam agora a mudar o cenário e a ganhar cada vez mais espaço. Segundo pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Inteligência de Mercado (Ibramerc), 65% das empresas já apostam nessas ferramentas. O estudo contatou 251 companhias.
Os números, que colocaram em cheque 11 redes sociais, deixaram o Twitter no topo do ranking como o mais usado. O microblog está presente em 84% das empresas, seguido pelo YouTube (62%) e o Facebook (61%). O estudo revelou ainda que 46% das companhias usam as funcionalidades para monitorar o mercado, 45% para acompanhar o comportamento dos clientes e 39% para monitorar a concorrência.
A Imbramerc indicou também que a aposta nesse novo modelo levou ao mercado profissionais especializados. Os dados mostram que 25% das empresas selecionam um funcionário exclusivamente para cuidar das redes sociais da companhia. No entanto, a maioria delas (42%) não há nenhum colaborador dedicado exclusivamente a esse trabalho.
Fonte: AdNews
Pesquisa do IBOPE revela comportamento e hábitos de consumo da nova classe média brasileira, que gosta de cuidar da aparência e é otimista economicamente
O IBOPE traz ao MaxiMídia 2010 um estudo inédito sobre o comportamento e os hábitos de consumo da “nova classe média brasileira”, que já responde por mais da metade da população do país, ou seja, quase 100 milhões de pessoas.
O levantamento foi feito com base nas informações do Target Group Index – estudo do IBOPE Mídia que analisa mais de 200 categorias de produtos junto a uma amostra de cerca de 20 mil indivíduos entre 12 a 64 anos, nas principais regiões metropolitanas do Brasil, o que representa quase metade da população dentro da faixa etária pesquisada e 66% do índice de potencial de consumo – IPC/Pyxis IBOPE Inteligência.
Intitulado Classe C Urbana do Brasil: Somos iguais, Somos diferentes, o estudo destaca a ascensão da classe C, seus hábitos de consumo e o comportamento desse segmento tão expressivo, além de mostrar como o mercado precisa se adaptar para atender à demanda dessa população.
Perfil da nova classe média
Chamada de “nova classe média” no estudo, a classe C passou a englobar mais da metade dos brasileiros pela primeira vez este ano. São 32 milhões de pessoas com idade entre 12 e 64 anos, nas principais regiões metropolitanas de todo o Brasil, sendo 20% na classe C1 e 30% na classe C2. Essa migração em massa alterou o rumo da divisão historicamente desigual do bolo no Brasil e proporcionou o surgimento de um grupo com características socioculturais próprias.
A nova classe C é predominantemente jovem, composta em sua maioria por afrodescendentes. Em Salvador, por exemplo, 41% das pessoas que fazem parte dessa faixa da população são negros e, em Brasília, 22%. A população de classe C tem menos problemas com o peso, em comparação com os mais ricos, decorrência direta de menos excessos na alimentação, somado a mais mobilidade física rotineira. Apenas 27% da classe C1 estão acima do peso, contra 31% da AB1.
“O homem dessa categoria tende a viver menos e as mulheres exercem mais responsabilidade sobre a família, têm mais autonomia socioeconômica e, consequentemente, de consumo”, diz Dora Câmara, diretora comercial do IBOPE Mídia e responsável pela pesquisa.
Otimismo econômico
Do ponto de vista econômico, a classe C está mais otimista. Em 2005, 40% declararam estar melhor do que no ano anterior. Já em 2009, este percentual subiu para 50%. Em relação às perspectivas futuras, o percentual de otimismo também aumentou: em 2005, 74% estavam otimistas com o próximo ano e, em 2009, este percentual foi a 84%.
A pesquisa revela que 19% das pessoas de classe C planejam comprar imóvel nos próximos meses e 9,5 milhões pretendem adquirir um automóvel nos próximos 12 meses (novo ou usado). “A demanda reprimida (vontade de comprar) é altíssima nessa categoria social, capaz de fazer crescer consistentemente a indústria automobilística por um bom tempo”, completa Dora Câmara.
Entre as áreas com grande potencial de crescimento, destaque para a baixa proporção da população de classe C que fala mais de um idioma (apenas 23%) e para os investimentos em aparência e cuidados pessoais, prioritários, sobretudo, para as mulheres e os jovens (64% responderam que é muito importante manter-se jovem). A classe C prefere fazer compras em lojas de ruas, ou seja, centros comerciais abertos, e um grupo grande de consumidores acredita na propaganda e nas marcas de modo irrestrito.
Os segmentos
O estudo divide a categoria em quatro grupos diferentes, com base em afinidades e atitudes: racionais (31% do total), consumistas (29%), personalistas (21%) e conformistas (19%). Os racionais têm, predominantemente, mais de 35 anos e são pessoas que planejam compras, buscam vantagens e descontos e cuidam de si e da casa. As mulheres destacam-se entre os consumistas, para as quais consumir é um ato de autoestima, um impulso frequente, mas quando trata-se da aquisição de bens duráveis de maior valor a compra é planejada. Composta basicamente por jovens, os personalistas são egocêntricos e rejeitam tradições e os conformistas, majoritariamente homens, são despojados, descuidados e não dão importância para a aparência.
Mais informações: www.ibope.com/maximidia2010
Fonte: Cidade Marketing
O Cresça e Apareça – primeiro guia online de marketing e comunicação para pequenas e médias empresas – estará presente no INOVAR 2010 - I Seminário sobre Empreendedorismo, Inovação e Desenvolvimento – que faz parte da 3ª Semana Global de Empreendedorismo, o maior movimento empreendedor do mundo. O evento acontece na cidade de Viçosa, em Minas Gerais, nos dias 18 e 19 de novembro de 2010.
O que é
A Semana Global de Empreendedorismo é um movimento global que acontece durante uma semana a cada ano através do esforço coordenado com diversos países, que visam celebrar o espírito empresarial, a inovação e a criatividade de empreendedores, na esperança de inspirar uma nova geração de jovens empresários.
A 1ª edição da Semana Global do Empreendedorismo ocorreu em 2008 em 78 países, com o total de 24.966 atividades, 8.892 parceiros e 3,06 milhões de pessoas envolvidas. O Brasil, logo no primeiro ano, conseguiu mobilizar 1,4 milhão de pessoas, o que representa metade do número global: 1.735 parceiros e 1.781 atividades e ainda ganhou dois prêmios internacionais.
Em 2009, a 2ª edição da Semana Global do Empreendedorismo aconteceu em 90 países, com o total de 25 mil atividades, 10 mil parceiros e 7,6 milhões de pessoas envolvidas.
O INOVAR é um seminário sobre empreendedorismo, inovação e desenvolvimento que tem como foco discutir ações e ideias inovadoras, bem como, a aplicabilidade, viabilidade e sustentabilidade dessas. A programação do INOVAR 2010 conta com palestras de figuras importantes de organizações promotoras do empreendedorismo nacional e traz também diversos exemplos de empreendimentos bem sucedidos.
Um desses exemplos é o Cresça e Apareça, que será apresentado no evento através da palestra Comunicação e marketing para Micro e Pequenas Empresas, ministrada pelo idealizador do produto e sócio-diretor da LS Estratégia, Luiz Santos. A palestra acontece no dia 19 de novembro, das 15:30 às 16:30, no Espaço Cultural Fernando Sabino, em Viçosa – MG.
A coordenação nacional das realizações promovidas durante a Semana Global do Empreendedorismo é de responsabilidade da Endeavor, organização promotora do empreendedorismo em países em desenvolvimento. O INOVAR também conta com a cooperação do CENTEV (Centro Tecnológico de Desenvolvimento Regional de Viçosa), Universidade Federal de Viçosa, a FUNARBE (Fundação Arthur Bernardes) e o SEBRAE-MG.
Participe!
Acesse o site www.centev.ufv.br/inovar, confira toda a programação e saiba como participar do INOVAR 2010. Você poderá fazer sua inscrição através do próprio site.
Nova classe média valoriza informações postadas pelo anunciante nos sites de relacionamento mais do que público AB
Atingir a nova classe média – também conhecida por classe C – na internet é mais fácil por meio das redes sociais. Pelo menos é o que dizem alguns especialistas do mercado. MSN, Orkut e YouTube são os sites que essa camada da população mais visita quando está online.
Os portais de notícias não ficam de fora do plano de mídia dos anunciantes que querem falar com a classe C. Mas as redes sociais ainda são a preferência na hora de desenvolver campanhas online para esse público porque é possível fazer entretenimento. “No mundo da internet tem que conquistar o internauta. Tem que fazer entretenimento. Tem que perguntar: você viralizaria isso?”, explica Fernando Taralli, presidente da Energy.
A agência, que atende a conta digital das Casas Bahia, procura fazer ativação da marca em datas especiais por meio de hotsites. No Dia dos Namorados, por exemplo, o anunciante fez um hotsite no qual os namorados montavam um scrapbook virtual com fotos, vídeos e anotações. Os cinco melhores álbuns ganharam uma viagem para Buenos Aires. O hotsite teve mais de dois milhões de page views, com seis mil scrapbooks feitos.
Já para o Dia dos Pais, a Energy desenvolveu outro hotsite no qual os internautas criavam uma história em quadrinhos virtual com o tema “Papai é Campeão”. As 10 melhores histórias ganharam um kit com o gibi encadernado, uma camisa oficial do time do pai personalizada e um pendrive. O primeiro colocado ainda ganhou TV de 42 polegadas LCD Full HD. O hotsite teve cerca de 250 mil page views e 2.626 gibis criados.
Para divulgar o lançamento do MiniBis para os jovens da classe C, a Lacta foi para o Orkut. Em abril deste ano, os participantes do Colheita Feliz, jogo do Orkut, receberam uma semente de mini-cacau. Após 48 horas, as sementes transformaram-se em árvores de MiniBis, que podiam ser plantadas ou roubadas, fazendo alusão à assinatura da marca “Desconfie de todos”. A ação, criada pela Ogilvy, impactou 75,5% do total de usuários do Orkut.
Segundo a Pesquisa de Mercado 2010 do Google, realizada pela TNS Research International, a classe C é mais impactada por uma informação postada pelo fabricante nas redes sociais (54%) do que os early users (43%). Já as opiniões dos amigos recebem mais atenção dos early users (49%) do que a classe C (45%). “A classe C é o grande motor do e-commerce brasileiro”, lembra Michel Lent, gerente-geral e vice-presidente de criação da Ogilvy.
Mesmo presente na internet e com um comportamento que já se aproxima do dos membros das classes A e B, como uma maior adesão ao comércio eletrônico, a nova classe média ainda difere dos demais na compreensão da publicidade digital. “Antes de começar a criar, mapeiem a jornada digital do consumidor para definir quais canais serão trabalhados na internet”, aconselha Paulo Sanna, vice-presidente de criação da Wunderman.
A maneira como a informação é passada também é fundamental para o sucesso da campanha. “Procuro ter o cuidado em ser mais didático, deixar claros os benefícios do produto ou serviço. As mensagens têm que ser mais diretas porque eu parto do princípio de que o tempo de imersão [da classe C] é menor porque a maioria acessa de lan houses, do trabalho ou de lugares públicos”, explica Raphael Vasconcellos, vice-presidente da AgênciaClick Isobar.
Fonte: PROPMARK
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