Arquivos para março, 2010

  • A relação entre o usuário e as marcas na internet não é fator determinante para que as inserções publicitárias sejam lembradas, é o que disse Valquíria Garré, da Millward Brown Brasil, durante o 4º Congresso Brasileiro de Pesquisa (ABEP) – na tarde de quarta-feira (22). O que cativa o consumidor é o conteúdo relevante.

    A pesquisa da Abep, feita com público jovem e adulto, aponta que produtos de tecnologia, carros, roupas e restaurantes são as que se saem melhor no boca a boca online. Já as categorias de refrigerantes, supermercados e o setor de seguros não se relacionam com os assuntos relevantes buscados pelos internautas, segundo os consumidores.

    A televisão ainda é relevante para as pessoas, dos jovens interrogados, 28 disseram associar a propaganda à TV, cinco à sites, três à revistas e um YouTube. Valquiria pondera que o resultado é esperado se levando em conta os investimentos publicitários destinados à essa mídia.

    Fonte: Adnews

  • Investir nessas ferramentas transmite qualidade e segurança ao cliente

    As redes sociais – Orkut, Facebook, Twitter, entre outras – são ferramentas que precisam ser exploradas pelas empresas, incluindo o varejo. Mas, não basta publicar uma série de informações. Os empresários precisam orientar o cliente e chamar a sua atenção de maneira criativa. “Não é só para publicar ofertas. Isso todo mundo faz. O empreendedor precisa agregar valor”, afirma Ricardo Pastore, diretor da consultoria de planejamento estratégico Growbiz.

    Se uma loja é voltada para o ramo musical, pode colocar clips, disponibilizar trechos de músicas, mostrar a capa de um cd novo. Se vende calçados, pode mostrar fotos dos pares exibindo cada detalhe do produto. Segundo os especialistas, a palavra para utilizar bem esse tipo de ferramenta é a inovação. “É essencial formar e multiplicar fãs e seguidores da marca”, diz Pastore sobre o Twitter, Orkut e as outras redes sociais. Essa maneira de pensar faz com que essas plataformas sejam elevadas a redes de comunicação, pois permitem a fixação do nome da empresa, o conhecimento sobre a linha de produtos vendidos e despertam a curiosidade de saber mais sobre o assunto. Essas informações, se transmitidas com coerência, valorizam a qualidade da venda. “As pessoas quando pensam em uma marca pensam no conjunto”, afirma Edmour Saiani, sócio-diretor da agência de gestão estratégica Ponto de Referência. O cliente se sente mais satisfeito pelo serviço prestado e mais seguro para uma nova compra. A utilização de mais recursos para apresentar o trabalho de uma companhia interessa o público final. “O consumidor é visto como o protagonista do processo”, afirma Francisco Alvarez, professor de Marketing da USP e responsável pela consultoria de marketing Trade Marketing.

    Fonte: RedSuns

  • Os principais consumidores de eletrônicos estão na classe C. Esse foi um dos pontos levantados pelo último Pyxis, pesquisa realizada pelo Ibope Inteligência que apresenta o potencial de consumo do brasileiro em 42 grupos de produtos e por classes sociais em todas as cidades.

    “O aumento do poder de compra dessas pessoas é incentivado pelo financiamento e crédito”, informou Antônio Carlos Ruótolo, diretor de geonegócios do Instituto. Segundo o estudo os consumidores pertencentes à classe B são responsáveis por 45% das compras em som, TV e vídeo, seguida pela classe C com 32%, A com 16% e D/E com 7%.

    As classes A e B representam 32% da população. No entanto, juntas consomem 55% de todos os grupos de produtos que a pesquisa analisa, exceto alimentação, o que corresponde a um consumo três vezes maior do que sua participação na população. Bolsas, malas, cintos e brinquedos são os produtos mais consumidos por eles.

    A classe B consome o dobro de seu tamanho e tem preferência por cosméticos, bebidas (água, sucos, refrigerantes, cervejas e vinhos), bolsas, malas, cintos e brinquedos. Já na classe C, cujo consumo é proporcional a sua participação populacional, produtos de mercearia, calçados femininos, vestuário infantil e carnes e derivados são os itens mais procurados.

    O estudo ainda revelou o potencial de consumo por região no Brasil. Os únicos setores em que os gastos são iguais para todas as pessoas são alimentação e higiene pessoal, média de R$1.419 e R$232, respectivamente per capita.

    O brasileiro tem as maiores diferenças de consumo com bebidas. Na região que mais se consome, o Sudeste, cada pessoa gasta R$131, enquanto na região onde o consumo é menor, o Nordeste, o valor cai para R$47. A média nacional é de R$98.

    Outro item com fortes diferenças regionais de consumo são os gastos escolares. A região Norte investe R$77, já na região Sudeste, o gasto sobe para R$340, impulsionado pelas classes A e B. A média nacional corresponde a R$248.

    O Estado de São Paulo é o que mais gasta com alimentação domiciliar e com produtos para a casa. Os cariocas consomem mais em bebidas, paranaenses em artigos de limpeza e os gaúchos com medicamentos.

    O diretor de geonegócios do Ibope destaca o Distrito Federal como o maior consumidor de todos os 42 grupos de produtos que a pesquisa estuda. “A região centro-oeste é a que tem o crescimento mais expressivo, a expectativa é que se iguale a região sul/suldeste”, disse.

    O levantamento permite que conforme o tipo de produto e o perfil da região, as ações de marketing e publicidade sejam direcionadas para o potencial consumidor.

    Fonte: AdNews

  • Os vencedores da terceira edição do Grande Prêmio Verdes Mares de Propaganda foram premiados, ontem à noite, em uma cerimônia realizada no buffet La Maison Dunas.

    As agências Mota, Bolero, Quintto, Síntese, Advance, G. Marketing, Slogan e Promosell ocuparam os primeiros lugares da disputa, promovida pelo Sistema Verdes Mates (SVM) com o objetivo principal de estimular e premiar o talento publicitário cearense.

    A LS Estratégia, que estava concorrendo em quatro categorias, conquistou o prêmio bronze pelo Jingle “A Marca da Confiança”, do cliente Ceará Diesel. Esse mesmo Jingle foi 1º lugar na 6ª edição do Prêmio ACERT – Associação Cearense de Emissoras de Rádio e Televisão, em 2009. A agência também foi finalista na categoria série rádio, com a campanha “Família Benz”, do mesmo cliente.

    Este ano, o GP Verdes Mares de Propaganda bateu recorde no número de materiais inscritos, totalizando 314 peças, que foram julgadas por profissionais renomados no mercado publicitário local e nacional. As agências concorreram em 12 categorias. Com destaque para a TV Peça Cariri, inédita no concurso, e para a Criação Campanha, devido à premiação dada ao primeiro e segundo lugares.

    Parabéns a todos as Agências Vencedoras e ao Sistema Verdes Mares por prestigiar o mercado publicitário local.

    Fonte: Diário do Nordeste

  • Quase 28 mil pessoas de 26 países foram consultadas para entender papel da web na sociedade.

    Quatro em cada cinco pessoas ouvidas em uma pesquisa realizada pela agência BBC consideram o acesso à internet um direito fundamental do ser humano embora mais da metade dos entrevistados tenha confessado que poderia viver sem a rede mundial de computadores.

    O estudo do GlobeScan aponta que 87% dos usuários consideram fundamental o acesso livre à rede. Entre os que não navegam na internet, 71% partilharam dessa opinião, fazendo com que aproximadamente 80% dos quase 28 mil entrevistados de 26 países considerem vital o livre acesso à web. Do total de questionados, metade apoiou totalmente a afirmação.

    O serviço, porém, foi apontado como dispensável por mais da metade dos entrevistados. 55% deles disseram que conseguiriam viver sem a internet. No Brasil, esse índice sobe para 71%, um dos maiores entre as populações consultadas.

    Segundo a pesquisa do GlobeScan, a maior parte dos internautas – 90% – crê que a rede seja um bom lugar para aprender, e 47% acreditam que o melhor aspecto dela seja proporcionar informação de todos os tipos.

    A liberdade proporcionada pela rede foi um dos pontos que mais se destacou entre as preferências dos internautas. Cerca de 78% deles disseram que a internet lhes garante maior liberdade, 48% julgaram a rede um lugar seguro para expressar opiniões e 53% defendem a ideia de que não deve haver regulação do governo sobre a web em qualquer lugar do mundo.

    O estudo também apontou as preocupações dos internautas. 32% apontaram as fraudes como o aspecto mais preocupante da rede, seguido do conteúdo violento e explícito (27%) e das ameaças à privacidade (20%). A censura do governo sobre o conteúdo publicado na rede foi apontado por apenas 6% dos internautas.

    Sobre o tempo gasto pelos usuários nas internet, a pesquisa apontou que 23% se mantêm online por 13 horas ou mais semanalmente e 40% gastam de três a 12 horas na rede por semana. Os que passam três horas semanais ou menos conectados somaram 35% dos entrevistados.

    Participaram da pesquisa da GlobeScan: Índia, Nigéria, Gana, Paquistão, Alemanha, Brasil, Indonésia, Japão, Rússia, Quênia, Egito, Chile, Filipinas, México, Turquia, Reino Unido, Tailândia, França, Portugal, Canadá, Espanha, Austrália, México, EUA, China, Coreia do Sul e países da América Central.

    Fonte: economia.estadao.com.br

  • A cada ano, a participação da mulher na decisão de compra só aumenta. Com o crescimento do poder aquisitivo da população de baixa renda, a tendência é que a população feminina conquiste ainda mais poder. De acordo com o instituto Data Popular, enquanto na classe A a renda feminina equivale a 25% do ganho da família, na classe C ela passa a 41% de participação. Como esse estrato social deve continuar crescendo, aí está uma grande oportunidade para as marcas.

    As mulheres são responsáveis por 37% da massa de renda total da classe C, o que atingirá os R$ 158 bilhões até o fim de 2010. Ainda segundo o Data Popular, nas lojas de roupas, farmácias e supermercados, as mulheres são 51% do público consumidor. Enquanto 62% das mulheres da classe C possuem cartões de crédito, o índice entre os homens é de 59%.

    O Ibope Mídia também aproveitou a data para divulgar dados sobre os hábitos de consumo feminino. Segundo o instituto, 67% das mulheres com 18 anos ou mais fizeram compras pessoais, excluindo bebidas e alimentos, nos últimos 30 dias. No mesmo período, o índice de homens que compraram foi de 58%. Os produtos campeões de venda foram roupas femininas, com 78%, seguidos de calçados, com 60%, roupas para homens, com 43%, e roupas para crianças e bebês, com 39%. Os números mostram que elas são responsáveis não apenas pelos gastos próprios, mas também pelos do resto da família.

    Fonte: Propmark

  • A indústria brasileira, ainda se recuperando após a crise econômica, obteve o pior resultado desde 1990 (-8,9%). No ano passado, registrou queda de 7,4% em sua produção, na comparação com 2008, quando havia subido 3,1%, segundo o IBGE.

    Em dezembro, a indústria teve retração na produção pelo segundo mês consecutivo. A queda chegou a 0,3% em relação ao mês anterior. No mês anterior, havia sido verificada queda de 0,8%, segundo dados revisados. Na comparação com dezembro de 2008, foi constatado incremento de 18,9% na produção da indústria. Deve-se levar em conta que a indústria teve, no final de 2008, um dos piores desempenhos da história por conta dos efeitos da crise.
    A Pesquisa Industrial Mensal demonstra que houve aumento de produção em 18 dos 27 ramos pesquisados em dezembro, na comparação com o mês anterior.

    Veja os principais destaques da pesquisa:

    - Indústria de produtos de metal, com alta de 11,3%.
    - Produção de material eletrônico e equipamentos de comunicação, com recuo de 12,2%.
    - Bens de consumo duráveis, queda de 4,9% frente a novembro e alta de 72,1% em relação a dezembro de 2008.
    - Bens intermediários cresceu 1% frente a novembro e subiu 21% em relação a dezembro do ano passado.
    - Bens de capital teve elevação de 0,3% frente a novembro e apresentou alta de 23% ante dezembro do ano anterior.
    - Produção de bens de consumo semi e não duráveis cresceu 0,4% na comparação com novembro. Em relação à igual período em 2008 houve registro de elevação de 6%.

    Fonte: Folha Online