A relação entre o usuário e as marcas na internet não é fator determinante para que as inserções publicitárias sejam lembradas, é o que disse Valquíria Garré, da Millward Brown Brasil, durante o 4º Congresso Brasileiro de Pesquisa (ABEP) – na tarde de quarta-feira (22). O que cativa o consumidor é o conteúdo relevante.
A pesquisa da Abep, feita com público jovem e adulto, aponta que produtos de tecnologia, carros, roupas e restaurantes são as que se saem melhor no boca a boca online. Já as categorias de refrigerantes, supermercados e o setor de seguros não se relacionam com os assuntos relevantes buscados pelos internautas, segundo os consumidores.
A televisão ainda é relevante para as pessoas, dos jovens interrogados, 28 disseram associar a propaganda à TV, cinco à sites, três à revistas e um YouTube. Valquiria pondera que o resultado é esperado se levando em conta os investimentos publicitários destinados à essa mídia.
Fonte: Adnews
Investir nessas ferramentas transmite qualidade e segurança ao cliente
As redes sociais – Orkut, Facebook, Twitter, entre outras – são ferramentas que precisam ser exploradas pelas empresas, incluindo o varejo. Mas, não basta publicar uma série de informações. Os empresários precisam orientar o cliente e chamar a sua atenção de maneira criativa. “Não é só para publicar ofertas. Isso todo mundo faz. O empreendedor precisa agregar valor”, afirma Ricardo Pastore, diretor da consultoria de planejamento estratégico Growbiz.
Se uma loja é voltada para o ramo musical, pode colocar clips, disponibilizar trechos de músicas, mostrar a capa de um cd novo. Se vende calçados, pode mostrar fotos dos pares exibindo cada detalhe do produto. Segundo os especialistas, a palavra para utilizar bem esse tipo de ferramenta é a inovação. “É essencial formar e multiplicar fãs e seguidores da marca”, diz Pastore sobre o Twitter, Orkut e as outras redes sociais. Essa maneira de pensar faz com que essas plataformas sejam elevadas a redes de comunicação, pois permitem a fixação do nome da empresa, o conhecimento sobre a linha de produtos vendidos e despertam a curiosidade de saber mais sobre o assunto. Essas informações, se transmitidas com coerência, valorizam a qualidade da venda. “As pessoas quando pensam em uma marca pensam no conjunto”, afirma Edmour Saiani, sócio-diretor da agência de gestão estratégica Ponto de Referência. O cliente se sente mais satisfeito pelo serviço prestado e mais seguro para uma nova compra. A utilização de mais recursos para apresentar o trabalho de uma companhia interessa o público final. “O consumidor é visto como o protagonista do processo”, afirma Francisco Alvarez, professor de Marketing da USP e responsável pela consultoria de marketing Trade Marketing.
Fonte: RedSuns
Os principais consumidores de eletrônicos estão na classe C. Esse foi um dos pontos levantados pelo último Pyxis, pesquisa realizada pelo Ibope Inteligência que apresenta o potencial de consumo do brasileiro em 42 grupos de produtos e por classes sociais em todas as cidades.
“O aumento do poder de compra dessas pessoas é incentivado pelo financiamento e crédito”, informou Antônio Carlos Ruótolo, diretor de geonegócios do Instituto. Segundo o estudo os consumidores pertencentes à classe B são responsáveis por 45% das compras em som, TV e vídeo, seguida pela classe C com 32%, A com 16% e D/E com 7%.
As classes A e B representam 32% da população. No entanto, juntas consomem 55% de todos os grupos de produtos que a pesquisa analisa, exceto alimentação, o que corresponde a um consumo três vezes maior do que sua participação na população. Bolsas, malas, cintos e brinquedos são os produtos mais consumidos por eles.
A classe B consome o dobro de seu tamanho e tem preferência por cosméticos, bebidas (água, sucos, refrigerantes, cervejas e vinhos), bolsas, malas, cintos e brinquedos. Já na classe C, cujo consumo é proporcional a sua participação populacional, produtos de mercearia, calçados femininos, vestuário infantil e carnes e derivados são os itens mais procurados.
O estudo ainda revelou o potencial de consumo por região no Brasil. Os únicos setores em que os gastos são iguais para todas as pessoas são alimentação e higiene pessoal, média de R$1.419 e R$232, respectivamente per capita.
O brasileiro tem as maiores diferenças de consumo com bebidas. Na região que mais se consome, o Sudeste, cada pessoa gasta R$131, enquanto na região onde o consumo é menor, o Nordeste, o valor cai para R$47. A média nacional é de R$98.
Outro item com fortes diferenças regionais de consumo são os gastos escolares. A região Norte investe R$77, já na região Sudeste, o gasto sobe para R$340, impulsionado pelas classes A e B. A média nacional corresponde a R$248.
O Estado de São Paulo é o que mais gasta com alimentação domiciliar e com produtos para a casa. Os cariocas consomem mais em bebidas, paranaenses em artigos de limpeza e os gaúchos com medicamentos.
O diretor de geonegócios do Ibope destaca o Distrito Federal como o maior consumidor de todos os 42 grupos de produtos que a pesquisa estuda. “A região centro-oeste é a que tem o crescimento mais expressivo, a expectativa é que se iguale a região sul/suldeste”, disse.
O levantamento permite que conforme o tipo de produto e o perfil da região, as ações de marketing e publicidade sejam direcionadas para o potencial consumidor.
Fonte: AdNews
Os vencedores da terceira edição do Grande Prêmio Verdes Mares de Propaganda foram premiados, ontem à noite, em uma cerimônia realizada no buffet La Maison Dunas.
As agências Mota, Bolero, Quintto, Síntese, Advance, G. Marketing, Slogan e Promosell ocuparam os primeiros lugares da disputa, promovida pelo Sistema Verdes Mates (SVM) com o objetivo principal de estimular e premiar o talento publicitário cearense.
A LS Estratégia, que estava concorrendo em quatro categorias, conquistou o prêmio bronze pelo Jingle “A Marca da Confiança”, do cliente Ceará Diesel. Esse mesmo Jingle foi 1º lugar na 6ª edição do Prêmio ACERT – Associação Cearense de Emissoras de Rádio e Televisão, em 2009. A agência também foi finalista na categoria série rádio, com a campanha “Família Benz”, do mesmo cliente.
Este ano, o GP Verdes Mares de Propaganda bateu recorde no número de materiais inscritos, totalizando 314 peças, que foram julgadas por profissionais renomados no mercado publicitário local e nacional. As agências concorreram em 12 categorias. Com destaque para a TV Peça Cariri, inédita no concurso, e para a Criação Campanha, devido à premiação dada ao primeiro e segundo lugares.
Parabéns a todos as Agências Vencedoras e ao Sistema Verdes Mares por prestigiar o mercado publicitário local.
Fonte: Diário do Nordeste
Quase 28 mil pessoas de 26 países foram consultadas para entender papel da web na sociedade.
Quatro em cada cinco pessoas ouvidas em uma pesquisa realizada pela agência BBC consideram o acesso à internet um direito fundamental do ser humano embora mais da metade dos entrevistados tenha confessado que poderia viver sem a rede mundial de computadores.
O estudo do GlobeScan aponta que 87% dos usuários consideram fundamental o acesso livre à rede. Entre os que não navegam na internet, 71% partilharam dessa opinião, fazendo com que aproximadamente 80% dos quase 28 mil entrevistados de 26 países considerem vital o livre acesso à web. Do total de questionados, metade apoiou totalmente a afirmação.
O serviço, porém, foi apontado como dispensável por mais da metade dos entrevistados. 55% deles disseram que conseguiriam viver sem a internet. No Brasil, esse índice sobe para 71%, um dos maiores entre as populações consultadas.
Segundo a pesquisa do GlobeScan, a maior parte dos internautas – 90% – crê que a rede seja um bom lugar para aprender, e 47% acreditam que o melhor aspecto dela seja proporcionar informação de todos os tipos.
A liberdade proporcionada pela rede foi um dos pontos que mais se destacou entre as preferências dos internautas. Cerca de 78% deles disseram que a internet lhes garante maior liberdade, 48% julgaram a rede um lugar seguro para expressar opiniões e 53% defendem a ideia de que não deve haver regulação do governo sobre a web em qualquer lugar do mundo.
O estudo também apontou as preocupações dos internautas. 32% apontaram as fraudes como o aspecto mais preocupante da rede, seguido do conteúdo violento e explícito (27%) e das ameaças à privacidade (20%). A censura do governo sobre o conteúdo publicado na rede foi apontado por apenas 6% dos internautas.
Sobre o tempo gasto pelos usuários nas internet, a pesquisa apontou que 23% se mantêm online por 13 horas ou mais semanalmente e 40% gastam de três a 12 horas na rede por semana. Os que passam três horas semanais ou menos conectados somaram 35% dos entrevistados.
Participaram da pesquisa da GlobeScan: Índia, Nigéria, Gana, Paquistão, Alemanha, Brasil, Indonésia, Japão, Rússia, Quênia, Egito, Chile, Filipinas, México, Turquia, Reino Unido, Tailândia, França, Portugal, Canadá, Espanha, Austrália, México, EUA, China, Coreia do Sul e países da América Central.
Fonte: economia.estadao.com.br
A cada ano, a participação da mulher na decisão de compra só aumenta. Com o crescimento do poder aquisitivo da população de baixa renda, a tendência é que a população feminina conquiste ainda mais poder. De acordo com o instituto Data Popular, enquanto na classe A a renda feminina equivale a 25% do ganho da família, na classe C ela passa a 41% de participação. Como esse estrato social deve continuar crescendo, aí está uma grande oportunidade para as marcas.
As mulheres são responsáveis por 37% da massa de renda total da classe C, o que atingirá os R$ 158 bilhões até o fim de 2010. Ainda segundo o Data Popular, nas lojas de roupas, farmácias e supermercados, as mulheres são 51% do público consumidor. Enquanto 62% das mulheres da classe C possuem cartões de crédito, o índice entre os homens é de 59%.
O Ibope Mídia também aproveitou a data para divulgar dados sobre os hábitos de consumo feminino. Segundo o instituto, 67% das mulheres com 18 anos ou mais fizeram compras pessoais, excluindo bebidas e alimentos, nos últimos 30 dias. No mesmo período, o índice de homens que compraram foi de 58%. Os produtos campeões de venda foram roupas femininas, com 78%, seguidos de calçados, com 60%, roupas para homens, com 43%, e roupas para crianças e bebês, com 39%. Os números mostram que elas são responsáveis não apenas pelos gastos próprios, mas também pelos do resto da família.
Fonte: Propmark
A indústria brasileira, ainda se recuperando após a crise econômica, obteve o pior resultado desde 1990 (-8,9%). No ano passado, registrou queda de 7,4% em sua produção, na comparação com 2008, quando havia subido 3,1%, segundo o IBGE.
Em dezembro, a indústria teve retração na produção pelo segundo mês consecutivo. A queda chegou a 0,3% em relação ao mês anterior. No mês anterior, havia sido verificada queda de 0,8%, segundo dados revisados. Na comparação com dezembro de 2008, foi constatado incremento de 18,9% na produção da indústria. Deve-se levar em conta que a indústria teve, no final de 2008, um dos piores desempenhos da história por conta dos efeitos da crise.
A Pesquisa Industrial Mensal demonstra que houve aumento de produção em 18 dos 27 ramos pesquisados em dezembro, na comparação com o mês anterior.
Veja os principais destaques da pesquisa:
- Indústria de produtos de metal, com alta de 11,3%.
- Produção de material eletrônico e equipamentos de comunicação, com recuo de 12,2%.
- Bens de consumo duráveis, queda de 4,9% frente a novembro e alta de 72,1% em relação a dezembro de 2008.
- Bens intermediários cresceu 1% frente a novembro e subiu 21% em relação a dezembro do ano passado.
- Bens de capital teve elevação de 0,3% frente a novembro e apresentou alta de 23% ante dezembro do ano anterior.
- Produção de bens de consumo semi e não duráveis cresceu 0,4% na comparação com novembro. Em relação à igual período em 2008 houve registro de elevação de 6%.
Fonte: Folha Online
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