Foi apresentado o balanço de 2009 feito pelo Ibope Nielsen Online sobre o acesso à internet no Brasil.
De acordo com o levantamento o número de internautas brasileiros chegou a 66,3 milhões em dezembro do ano passado, sendo que o acesso residencial cresceu 16% com relação ao mesmo perÃodo de 2008.
Neste cenário, cada pessoa passou 44 horas conectada à rede, número que sobe para 66 horas quando considerada a navegação por aplicativos, como Messenger, por exemplo. Apenas assistindo a vÃdeos amadores, estima-se que os internautas tenham gasto uma hora e cinco minutos por mês.
De acordo com a pesquisa AdRelevance – que monitora a publicidade veiculada na internet nacional – em dezembro foram contabilizadas cerca de 4,5 mil campanhas realizadas por 1.784 anunciantes.
Entre as categorias que se destacaram como as que mais realizaram ações na internet estão empresas do setor de finanças e investimentos, telecomunicações e automóveis. “Juntas, as três categorias somam quase a metade dos investimentos publicitários na web”, conta Cris Rother, diretora executiva do Ibope Nielson Online. Os maiores anunciantes de 2009 foram, respectivamente, Bradesco, Unilever Brasil, Coca-Cola, Fiat e Itaú.
Fonte: Meio & Mensagem
Estudos mostram que estas três classes são as que mais consomem hoje no paÃs, além de ser a maior parte da população: 85% da população, 69% dos cartões de crédito e 70% de tudo que se compra em supermercado. O Data Popular, empresa de pesquisa e consultoria, e o instituto de pesquisa Datafolha desenvolveram uma pesquisa que apresenta as 10 tendências de comportamento das classes C, D e E.
A seguir veja estas tendências, que impactam um mercado de R$ 760 bilhões:
1. Consumidor de inclusão: Estas classes têm uma forma própria de comprar que surge da descoberta do consumo. As marcas que forem atentas e apresentarem um novo universo de consumo terão bons resultados. Agora, as classes C, D e E tem o poder de escolha, pois seu poder aquisitivo tem melhorado.
2. Identidade e auto-estima: A base da pirâmide está mais consciente da sua importância na sociedade e valorizarão cada vez mais as suas conquistas enaltecendo a relação com as suas origens, sua história e suas caracterÃsticas.
3. Acesso e Qualidade: Como seu poder aquisitivo está maior, poderão exigir mais. Melhor qualidade de atendimento, de produto e melhor qualidade de vida. Bom atendimento não é mais um diferencial e sim uma obrigação. As empresas que souberem utilizar melhor o custo-benefÃcio sairão na frente.
4. Educação como investimento: Estas classes estão cada vez mais conscientes de que, com a educação podem conquistar mais. Assim investirão cada vez mais na educação dos filhos.
5. Juventude e geração C: Os jovens nessas classes estão mais escolarizados, informados e economicamente ativos que seus pais, formando futuramente uma nova geração de consumidores com hábitos de consumo diferentes da atualidade. O Brasil de amanhã terá mais as caracterÃsticas dos jovens da atual baixa renda.
6. Vaidade e beleza como inclusão: Agora, as classes mais baixas terão mais acesso a produtos de beleza e estética, criando uma tendência que as empresas precisarão se adequar.
7. Novos Papéis, nova famÃlia: Os papéis dos homens e mulheres já não são mais os mesmos. Com o crescimento do poder (consciência, status e renda) as mulheres da baixa renda, estarão mais independentes e construirão uma outra relação familiar. Isso implicará no desenho de uma nova famÃlia, cada vez menor e com uma renda per capita maior.
8. Redes, dicas e boca a boca – As classes baixas sempre dependeram mais uns dos outros para viver, ou seja, cresceram e aprenderam a conviver em um ambiente colaborativo. Aliada às novas tecnologias e a disseminação das redes sociais, a baixa renda potencializará as suas já extensas relações sociais.
9. Capilaridade e segmentação – A geografia dos bairros e os diferentes tipos sociais das pessoas de baixa renda exigem diferentes formatos de produtos e distribuição das cias. Os canais de venda deverão ter maior capilaridade, e as marcas trabalharão produtos segmentados para uma grande massa de consumidores.
10. Tecnologia como investimento – A penetração de tecnologia da informação está em plena expansão nas classes baixas, principalmente através dos jovens populares. Tecnologia é vista como investimento no futuro profissional e como canal de acesso às informações antes restritas a minoria da população brasileira.
Fonte: Empreender
Investir em comunicação adequada com seu público não é privilégio apenas das grandes empresas. Mesmo com o orçamento curto e as limitações de um pequeno negócio, é possÃvel inovar e dialogar de forma mais eficaz com quem interessa. Foi assim que o Sindicato dos Representantes Comerciais do Estado do Ceará (Sindvendas) apostou em um programa de comunicação integrada voltado para micro e pequenos empreendedores, o perfil dos seus associados.
“Estávamos sentindo a necessidade de melhorar a comunicação com os nossos associados. Mostrar à categoria todas as vantagens e benefÃcios de fazer parte do sindicato. Até então, essa era a nossa maior dificuldade. Assim, na tentativa de buscar meios que nos embasassem, conhecemos o Cresça e Apareça“, explica Emanuelle Coelho, assistente de Marketing do Sindvendas. Segundo ela, a inovação na forma de desenvolver as atividades cotidianas é vital. “É a atitude que vai fazer a diferença nessas horas”, afirma.
Apesar da implantação do novo sistema ter acontecido há menos de dois meses, os frutos já começam a ser colhidos: “De lá para cá acrescentamos mais 12 associados à nossa base”, comemora. Conforme Emanuelle, o sistema implantado vem funcionando como um poderoso guia que assessora e direciona melhor quem não tem condições de pagar por uma agência de propaganda ou uma consultoria de marketing, mas sabe da importância desse investimento. “Com esse sistema temos informação suficiente para melhorar as ferramentas já existentes e construir novos instrumentos de marketing para auxiliar na comunicação”, conta.
O retorno foi tanto, explica, que o Sindvendas já está estimulando o uso da ferramenta entre os representantes comerciais. “Isso vai fazer com que eles não fiquem limitados a entregar apenas um cartão de visitas para o cliente”, argumenta.
Fonte: Diário do Nordeste – 10/02/2010
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Por Luiz Santos – Publicitário e empresário
Já há algum tempo a Classe C se tornou a queridinha dos economistas, dos analistas e, claro, dos empresários. Pela sua força no gigantesco empurrão que ela dá na economia, pelos assombrosos números que definem o quanto seu consumo representa, a Classe C é a bola da vez. Mas existe uma outra Classe C que tem performance semelhante e até hoje luta para virar a bola da vez pelo menos no charmoso e, principalmente, caro, mundo do marketing e da comunicação. Trata-se das quase 15 milhões de micro e pequenas empresas brasileiras, heroÃnas que, por falta de condições financeiras, não conseguem realizar um dos seus maiores sonhos de consumo: ter uma boa agência de propaganda para chamar de sua. Importa dizer aqui que a boa comunicação é mesmo cara, que o esforço one-to-one de conhecimento e aprofundamento na complexidade mercadológica do anunciante requer muitas disciplinas e muitos experts.
O que começa a acontecer é que, para o micro e pequeno empreendedor, a última fronteira para garantir sua permanência no mercado é a profissionalização do marketing e da comunicação. Explica-se: a globalização dos processos de produção causou, no universo da comunicação, dois impactos significativos. O primeiro é a instantaneidade, que provoca assimilação de informações e reação imediata das pessoas em muitos aspectos do seu cotidiano. Isso influencia muito a relação da sociedade com as empresas, tanto no que se refere a conquistas e direitos do consumidor como também na sua preferência. Um boicote bem articulado no hemisfério norte pode estimular algo semelhante no hemisfério sul no mesmo dia. O segundo feito da globalização nos meios de comunicação diz respeito ao universo do marketing e da propaganda. Global Players passam a determinar um padrão de linguagem que leva o consumidor a desejar que ele seja estendido a todos os outros players, pois geralmente esse padrão é esteticamente bem elaborado, é agradável, respeitoso e tecnicamente convincente.
O resumo dessa história é que o micro e pequeno empreendedor agora tem mais esse desafio. Além de tudo o que já faz para ficar competitivo, precisa zelar pela sua imagem exatamente como as grandes empresas fazem. O seu cliente pode até ter bolso de boliviano mas a cabeça, graças à queles dois efeitos da globalização, é de um consumidor suÃço, exigente, que quer ser bem tratado também na forma, entendendo conteúdo como qualidade e preço.
Representar mais de 62% da mão de obra contratada do paÃs e mais de 22% do total de vendas de comércio e serviços não é tarefa pouca nesse Brasil imenso. A importância social e econômica dos micro e pequenos empreendedores exige que eles sejam atendidos nesse novo nicho. É preciso que eles contem com um banco de conhecimentos que disponibilize praticamente tudo o que as agências de propaganda e as consultorias de marketing oferecem a seus grandes clientes.
Mas a dinâmica do mercado, o talento e a tecnologia trazem novidades: chegou o Cresça e Apareça, uma mistura de agência de propaganda e consultoria em várias disciplinas. Concebemos o Cresça e Apareça há uns 15 anos e há um ano e meio é desenvolvido aqui em Fortaleza pela LS Estratégia. É inédito no mundo no conteúdo e no formato em que se apresenta. Adquirido através de uma assinatura mensal de R$ 99,00 – preço de lançamento, o Cresça e Apareça traz no seu DNA o objetivo de incluir as micro e pequenas empresas no universo dos anunciantes experientes. Afinal, bem que a comunicação desses heróis já merecia um upgrade com essa dimensão.
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A AgênciaClick realizou um radar completo do perfil dos brasileiros nas Redes Sociais. O resultado desse rastreamento pode ser conferido no vÃdeo abaixo, criado de forma dinâmica e criativa, com dados e estatÃsticas que comprovam o poder cada vez maior das redes sociais.
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