O uso de redes sociais continua crescendo em todo o mundo e em duas ocasiões recentes chegou a ultrapassar o dos sites de busca nos EUA. Segundo dados da Hitwise Inteligence, uma das maiores consultorias mundiais de pesquisa na Internet, no dia do Natal e Ano Novo o Facebook recebeu mais usuários que o Google. Outro dado recente, da Nielsen, aponta que o tempo de uso das redes sociais cresceu 82% na comparação entre dezembro de 2008 e dezembro de 2009. Somente no mês passado, foram mais de 300 milhões de internautas, navegando cerca de 5,5 horas neste tipo de site, nos 10 países em que a Nielsen faz medição de audiência – o Brasil ficou em 3º lugar, com 31,3 milhões de usuários, atrás somente de EUA e Japão.
Esses dados confirmam o potencial crescente das redes sociais para diversas decisões dos consumidores (e, em 2010, também dos eleitores). Além de informações de caráter privado, circulam nas redes opiniões sobre produtos, serviços, políticos e empresas que são cada vez mais levadas em conta na hora de decidir uma compra ou o voto – afinal, acreditamos mais na opinião de nossos amigos do que na publicidade. O grande desafio para as organizações que querem influenciar essas decisões é compreender que as técnicas clássicas de gestão de reputação e comunicação têm sua eficácia reduzida neste ambiente. O que conta é o diálogo. Mas quantas empresas estão realmente preparadas para isso? Essa seria uma boa pesquisa para 2010.
Fonte: Blue Bus
Comunicação ao alcance
de micro e pequenos empreendedores
Comunicar é preciso. E planejar ações de comunicação é o segredo do sucesso para as empresas que desejam dialogar de forma eficaz com seus públicos de interesse. Foi pensando nisso que Emanuelle Coelho, gerente de marketing do Sindicato dos Representantes Comerciais do Estado do Ceará (Sindvendas), associou-se a um programa de comunicação integrada voltado para micro e pequenos empreendedores e com plataforma pela Internet, chamado Cresça e Apareça.
Com poucos clicks e recebimento de e-mails periódicos, Emanuelle tem acesso a uma série de dicas, orientações e posturas de marketing e comunicação que auxiliam na elaboração do material de comunicação institucional do Sindvendas. “Estávamos sentindo necessidade de melhorar a comunicação com nossos associados. Na tentativa de buscar meios que nos embasassem, conheci o Cresça e Apareça. Ao pesquisar sobre ele, fiquei convencida de que era isso que buscávamos para reestruturar a nossa forma de fazer comunicação e marketing”, explica.
É justamente para atender profissionais como Emanuelle e instituições como o Sindvendas que o Cresça e Apareça foi criado, atuando como um guia inovador e prático, que tem o propósito de assessorar e direcionar melhor quem não tem condições de pagar por uma agência de propaganda ou uma consultoria de marketing, mas que sabe a importância desse investimento.
Para o publicitário e idealizador do Cresça e Apareça, Luiz Santos, esse é o retrato das micro e pequenas empresas. “O Cresça e Apareça surgiu a partir de uma necessidade do mercado. A globalização trouxe mais velocidade para a informação, e a empresa que não se comunicar de forma estratégica e planejada deixa de ser competitiva. A idéia é incluir esses micro e pequeno empreendedor no universo da comunicação integrada, já que a ferramenta é uma espécie de banco de conhecimentos”, destaca.
Sobre o Cresça e Apareça
É uma ferramenta acessada pela Internet (www.crescaeapareca.com) que tem como objetivo integrar micro e pequenas empresas no universo da comunicação. Com atualização permanente na web, o Cresça e Apareça possui conteúdos de Publicidade e Propaganda, e Assessoria de Imprensa, oferecendo aos assinantes conhecimentos necessários para que eles consigam se comunicar de forma planejada e estratégica com o seu público de interesse. A mensalidade é de R$ 99,00.
Atenção! Os associados do Sindvendas e Corece ganharão descontos exclusivos na assinatura do Cresça e Apareça. Acessewww.crescaeapareca.com e saiba mais.
Fonte: Caramelo Comunicação
Não deveria ser nenhuma surpresa para quem acompanha notícias de economia. Mesmo para quem acompanha o desenvolvimento dos números da audiência do meio nos últimos anos – “A soma das classes C, D e E já supera as classes A e B em número de pessoas com acesso”, informou o Ibope em uma apresentação feita ontem em São Paulo. Assim como acontece em relação à renda, também na internet as classes A e B estão sendo ultrapassadas. De acordo com o Ibope, mais da metade das pessoas com acesso à internet, em regiões metropolitanas, são das classes C, D e E. A diferença ainda é pequena – CDE somam 51,6% e AB somam 48,4%, mas pelo gráfico mais abaixo é possível ver a mudança que está ocorrendo desde 2007. E o universo do qual a pesquisa está falando chega hoje a 66,3 milhões de usuários que usam a rede em casa, no trabalho ou em locais públicos. Mas o que isso quer dizer?
- Quer dizer que a cara da internet brasileira está mudando e quem produz conteúdo ou quem cuida da comunicação online das marcas precisa, no mínimo, reconhecer isso. Não me espantaria se, em pouco tempo, começarem a aparecer agências de publicidade especificamente online especializadas na classe C.
- E o que mais dizem os números do Ibope? Que na classe A, 14% acessam a internet usando o celular (6% na classe B, 2% na C e 1% na DE). O acesso mobile (por celular, pda ou smartphone) serve primeiramente para receber e enviar emails (27%), depois para ler notícias (23%). O ecommerce aparece no fim da lista, com 4%.
- Sejam usuários da classe A, C ou E, o fato é que são 66,3 milhões de pessoas (com mais de 10 anos), um grupo quantitativamente respeitável, não é mesmo? E, no entanto, embora tenha crescido 14% em relação a 2008, a internet representou apenas 2,8% do total dos investimentos publicitários em 2009.
Fonte: Blue Bus
Com 12 trilhões de dólares despejados na economia em 2009 – mais do que a soma das economias do celebrado Bric, as mulheres são o maior mercado emergente do mundo.
Uma recente pesquisa elaborada pela consultoria Boston Consulting Group (BCG) mostra que, nos próximos cinco anos, a renda feminina mundial deverá receber um incremento de 5 trilhões de dólares, chegando a 18 trilhões – mais do que a soma do produto interno bruto de Brasil, Rússia, Índia e China, o tão celebrado Bric. “Trata-se do maior mercado emergente de todos os tempos. As mulheres vão liderar o mundo pós-crise”, diz a americana Kate Sayre, uma das autoras do estudo. “De meras coadjuvantes na economia, elas se converteram na maior esperança de crescimento para diversos países.
Até hoje, as mulheres eram vistas basicamente como “influenciadoras” das decisões de compra – sobretudo como donas de casa que ajudam a administrar o orçamento familiar. “O que está em discussão, agora, não é tanto sua capacidade de convencimento”, diz Sayre. “Mas quanto dinheiro elas podem ganhar e injetar na economia.” A julgar pelo desempenho dos últimos anos, essa injeção será fortíssima.
No que elas gastam
As brasileiras consumiram quase 800 bilhões de reais em 2009. Veja os principais setores beneficiados… (em bilhões de reais):

De acordo com a pesquisa do BCG, a massa salarial feminina mundial tem crescido em média 8% ao ano desde 2003 – ante um aumento de 5,8% nos ganhos dos homens. Com isso, a previsão é que a quantia controlada pelas mulheres e destinada ao consumo em todo o mundo deverá ultrapassar 20 trilhões de dólares em 2015, ante os 12 trilhões atuais. Para efeito de comparação: a massa salarial global masculina é, hoje, de 23,4 trilhões de dólares.
Um estudo realizado pelo instituto de pesquisa brasileiro Sophia Mind, do site Bolsa de Mulher, dá uma ideia do potencial do mercado formado por mulheres no Brasil. Dos quase 2 trilhões de reais destinados ao consumo em 2009, as mulheres responderam por 1,3 trilhão – desses, 800 bilhões vieram na forma de consumo direto e o restante contou com a influência delas. Mulheres já são grande parte dos mercados de carros, apartamentos, educação e saúde, para ficar em apenas alguns exemplos. “O poder de compra dessas consumidoras será, sem dúvida, um dos grandes caminhos para o crescimento do mercado brasileiro”, diz Andiara Petterle, presidente do site Bolsa de Mulher e coordenadora da pesquisa.
…e a participação feminina no consumo total desses produtos e serviços:

Um estudo do banco Goldman Sachs estima que a redução da diferença salarial entre homens e mulheres somada ao ingresso de aproximadamente 150 000 brasileiras por ano no mercado de trabalho deverá elevar o PIB do Brasil em quase 1 ponto percentual por ano até 2013 – algo em torno de 100 bilhões de reais.
Embora o avanço do mercado feminino possa ser verificado em todos os segmentos da sociedade, é na pujante classe C que ele aparece de forma mais evidente. Um recente estudo elaborado pelo instituto de pesquisa Data Popular mostra que, na classe A, as mulheres são responsáveis por apenas 25% do total da renda familiar – ao passo que, na base da pirâmide, essa participação chega a 41%. Isso acontece porque, nesse estrato social, há um maior número de mulheres que se tornaram chefes de família. “A igualdade salarial deve chegar primeiro à baixa renda”, diz Renato Meirelles, diretor do Data Popular e coordenador da pesquisa.
Veja mais dados dessa pesquisa na Revista Exame.
A média de uma pessoa conectada chegou a 13 horas por semana, em 2009, de acordo com uma pesquisa conduzida pela empresa de estatísticas Harris Interactive.
O tempo conectado difere entre as pessoas, segundo o estudo. Dos 2.029 adultos entrevistados, 20% disseram que estão on-line por duas horas ou menos na semana, enquanto 14% estão por 24 horas ou mais.
Segundo o site da revista “PC Magazine”, a pesquisa excluiu o uso de e-mail, e enfoca apenas no tempo passado em navegação na internet.
Os resultados são um pouco mais baixos em relação a 2008, quando usuários estiveram conectados 14 horas por semana, em média. Em 2007, o total do tempo passado chegou a 11 horas.
A empresa atribui o número de horas à crise econômica. “As horas on-line talvez tenham aumentado [em relação a 2007] por causa da recessão. Ficar on-line é grátis; sair, usualmente, custa dinheiro.”
Fonte: Folha Online.
Segundo uma pesquisa realizada pela F/Nazca, 69% dos brasileiros, isto é, 45,5 milhões, compartilham conteúdo através das redes sociais na internet. Desse total, mais da metade é proveniente da região Nordeste brasileira. Os meios mais acessados pelos internautas para tal fim são o Orkut (54% dos internautas), seguido do MSN (45%), e do e-mail (41%). Os conteúdos mais compartilhados são fotos, trocadas por 49% dos usuários, seguidas de textos e vídeos, ambos com 30%.
Em relação a publicação na rede de conteúdos feitos por eles próprios, são 51% dos internautas que possuem esse hábito.
De acordo com a pesquisa, a assiduidade é um traço marcante do perfil de navegação no Brasil: 86% dos 66 milhões de internautas identificados pelo estudo entram na rede pelo menos uma vez por semana e 37% navegam todos os dias.
A pesquisa identificou ainda que os hábitos de inclusão e viralização variam consideravelmente de acordo com a região do País. Enquanto no Sul, a menos atuante, apenas 36% dos internautas publicam e 55% compartilham, no Nordeste, região com menor renda per capita do País, os números sobem para 57% e 77%, respectivamente. A colaboração reflete outra discrepância regional. Entre os nordestinos, 21% já enviaram algum conteúdo de sua autoria para veículos de comunicação, ao passo que no Sul a prática cai para 14%.
Fonte: Terra
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